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sexta-feira, 17 de maio de 2013
Ilustração TuT Book 2#
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
Novo livro: TuT por Angelteva
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Be Human by AngeltevA
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Fanfic: Humanoid XX - FINAL!!! + Curiosidades
Capitulo XX – Lágrimas.
Bill pega no corpo já sem vida de Kaija, e leva-a para junto do seu povo.
O seu rosto apresentava uma dor que não pode ser descrita em palavras.
Só naquele momento é que todos perceberam como tinham sido salvos.
Ninguém tinha forças para reagir, nem mesmo para chorar perante o corpo da sua jovem princesa.
Letícia é a única que se aproxima do corpo de Kaija, com o seu bebe no colo.
Ninguém faz nada, apenas a observam.
Afinal ela só iria dar o seu ultimo adeus, daquela que lhe permitiu viver e dar vida.
O bebe começa a chorar e as suas lágrimas ao caírem na pele já branca de Kaija fazem uma lua azul renascer do seu corpo.
Leticia afasta-se sem atender..
Bill aproxima-se e pega no rosto da sua amada.
Observa o seu corpo e as feridas a serem saradas.
De novo os seus olhos abrem-se e ela respira fundo ao voltar a este mundo.
Bill mal pode creditar no que os seus olhos vê, estava tão feliz.
Kaija sorriu docemente e todos festejaram a volta da sua rainha.
Tom deu o pequeno beijo na testa da sua bebé e diz:
- Tu és mesmo uma dadiva, és mesmo especial.
Após um ano a viverem em conjunto, Tom e o grupo tem de partir para a terra.
Kaija e Bill iriam ficar, mas ela pede que parta com o seu amor.
Assim, viveram muitos anos na terra, numa parte incerta do deserto.
Após 60 anos, ambos morreram abraçados e como ultimo desejo pediram para serem sepultados junto das 3 grandes pirâmides do Egipto, junto com os outros túmulos dos grandes reis, para serem observados pelos céus e os pelos magníficos deuses.
Dessa forma o seu amor, resistirá para tudo o sempre.
Fim
Esta fanfic, foi inspirada numa pequena One Shot que eu escrevi a cerca de dois anos (brevemente publico), e que mais tarde com a saida das primeiras musicas do Album Humanoid, fui criado esta história:)
Tanto a personagem do Bill como a da Kaija, tiveram base noutras pessoas, neste caso Tutankmun,a rapariga do filme da Disney Atlantida e por fim uma artista da Malasya J´Lostein.
Is Bill Kaulitz Tutankhamun's reincarnation by Allegator
Bill pega no corpo já sem vida de Kaija, e leva-a para junto do seu povo.
O seu rosto apresentava uma dor que não pode ser descrita em palavras.
Só naquele momento é que todos perceberam como tinham sido salvos.
Ninguém tinha forças para reagir, nem mesmo para chorar perante o corpo da sua jovem princesa.
Letícia é a única que se aproxima do corpo de Kaija, com o seu bebe no colo.
Ninguém faz nada, apenas a observam.
Afinal ela só iria dar o seu ultimo adeus, daquela que lhe permitiu viver e dar vida.
O bebe começa a chorar e as suas lágrimas ao caírem na pele já branca de Kaija fazem uma lua azul renascer do seu corpo.
Leticia afasta-se sem atender..
Bill aproxima-se e pega no rosto da sua amada.
Observa o seu corpo e as feridas a serem saradas.
De novo os seus olhos abrem-se e ela respira fundo ao voltar a este mundo.
Bill mal pode creditar no que os seus olhos vê, estava tão feliz.
Kaija sorriu docemente e todos festejaram a volta da sua rainha.
Tom deu o pequeno beijo na testa da sua bebé e diz:
- Tu és mesmo uma dadiva, és mesmo especial.
Após um ano a viverem em conjunto, Tom e o grupo tem de partir para a terra.
Kaija e Bill iriam ficar, mas ela pede que parta com o seu amor.
Assim, viveram muitos anos na terra, numa parte incerta do deserto.
Após 60 anos, ambos morreram abraçados e como ultimo desejo pediram para serem sepultados junto das 3 grandes pirâmides do Egipto, junto com os outros túmulos dos grandes reis, para serem observados pelos céus e os pelos magníficos deuses.
Dessa forma o seu amor, resistirá para tudo o sempre.
Fim
Esta fanfic, foi inspirada numa pequena One Shot que eu escrevi a cerca de dois anos (brevemente publico), e que mais tarde com a saida das primeiras musicas do Album Humanoid, fui criado esta história:)
Tanto a personagem do Bill como a da Kaija, tiveram base noutras pessoas, neste caso Tutankmun,a rapariga do filme da Disney Atlantida e por fim uma artista da Malasya J´Lostein.
Is Bill Kaulitz Tutankhamun's reincarnation by Allegator
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sábado, 4 de setembro de 2010
Fanfic: Humanoid XIX - Proximo capitulo - FINAL!!!
Capitulo XIX – Renascer
O planeta estava reconstruído assim como a maquina.
Felizmente para o bem de todos Letícia e o seu bebe estavam de boa saúde.
O cristal só poderia ser movido dali uns meses quando a criança conseguisse ver bem, para que a remoção deste não a afecta-se.
Tom e Letícia eram uns pais exemplares e todos estavam felizes com toda está nova face.
O dia chegava e o cristal foi removido.
Nesse mesmo dia RedSea voltava a atacar, antes que a maquina fosse reactivada.
Mesmo sem grandes exércitos, tenta atacar para que não seja tarde de mais.
Kaija e Bill correm para a maquina ambos com os seus fatos metálicos vestidos, e por um fogo cruzado da batalha consegue colocar o cristal no seu interior.
Kaija sorri para Bill pelo conseguido, e a maquina começa a girar.
Bill sorri para ela, mas fica preplexo ao ver que ela foi atingida gravemente.
Kaija cai ferida e Bill tenta apanha-la antes que caia no chão, com aquela altura ela não iria sobreviver.
Bill acelera e consegue apanha-la em seus braços.
- Calma, aguenta..eu trato de ti.
Kall está ocupado o proteger o seu povo e nem repara no estado da filha.
Bill pousa está no chão cuidadosamente e ela pede-lhe que retire o fato do seu corpo.
Ela estava cheia de dor, o seu frágil corpo encontrava-se demaciado ferido e Bill cria apenas ajuda-la mas nem sabia como.
Implorou ajuda, mas ninguém surgiu.
Com a sua amada nos braços, deitando os seus últimos suspiros Bill invoca a algo superior ajuda.
A resposta surgiu em forma de imagem no seu pensamento.
A maquina, se ligarmos a maquina eles serão destruídos, mas e a Kaija tenho que salva-la.
- Não meu amor, não podes.
- Posso sim, eu não te vou perder..
- Sabes porquê a maquina não está ligada?
- Não..
- Porque os deus do passado exigem um sacrifício, o sangue real terá que ser derramado, leva-me para o topo da maquina e lá apaga o meu ultimo suspiro.
As palavras de Kaija eram ditas com dificuldade e Bill não queria as tornar reais.
- Não, tu vais ficar bem, voarei sozinho, eu sou o rei Tut,sou parte da realeza, o meu sangue bastará..
- Sabes porque não te pode dar um filho naquela noite que nos amamos no jardim, porque eu já sabia que iria morrer em breve.
Desde aquele acidente com a maquina onde fiquei ferida, que eu sabia que era uma questão de tempo.
- Porque não me contas te, nem o teu pai quando lhe perguntei, eu ..eu não te quero perder.
- Bill, por favor, realiza o meu ultimo desejo.
Bill não disse nada, carregou –a em seus braços e voou até ao topo da maquina.
Apesar do ar serio e frio, ele estava completamente destruído por dentro.
Deitou a sua amada e olhou-a não desejando ter que cumprir tal ordem.
- Mata-me antes que seja tarde, depois do meu corpo não possuir vida, serei inútil.
Bill avança num gesto compulsivo, buscando forças que o próprio desconhece.
Perfura o peito da sua amada, ao mesmo tempo que beija os seus lábios uma ultima vez.
Quando separou o seu rosto do dela, viu as suas mãos cobertas de sangue e a sua amada ainda viva gemendo.
- Eu.. a respiração era ofegante, dificultada pela imensa dor causada.
Eu amo-te meu rei, hoje e sempre, serei a estrela que ilumina o teu caminho.
Após as palavras os seus olhos fecharam-se pela ultima vez.
- Mas não, por favor, eu nem tive oportunidade de te dizer o quanto te amava.
Cai sobre o corpo de Kaija e chora sozinho a sua morte.
A maquina começa a funcionar, raios de luz iluminam todo o ceu.
A sua habitual cor negra é substituída por um amarelo vivo.
Uma onda branca surge no horizonte renovando tudo o que está destruído, e os guerreiros fogem para fora do planeta, muito deles em vão, pois as suas naves viram cinza a passagem daquela luz reluzente.
Todos gritam vitoria pelo povo e se abraçam em uniam, nem imaginam o que causou a activação da maquina.
Apenas Kall se afasta, ele sabia a resposta.
O planeta estava reconstruído assim como a maquina.
Felizmente para o bem de todos Letícia e o seu bebe estavam de boa saúde.
O cristal só poderia ser movido dali uns meses quando a criança conseguisse ver bem, para que a remoção deste não a afecta-se.
Tom e Letícia eram uns pais exemplares e todos estavam felizes com toda está nova face.
O dia chegava e o cristal foi removido.
Nesse mesmo dia RedSea voltava a atacar, antes que a maquina fosse reactivada.
Mesmo sem grandes exércitos, tenta atacar para que não seja tarde de mais.
Kaija e Bill correm para a maquina ambos com os seus fatos metálicos vestidos, e por um fogo cruzado da batalha consegue colocar o cristal no seu interior.
Kaija sorri para Bill pelo conseguido, e a maquina começa a girar.
Bill sorri para ela, mas fica preplexo ao ver que ela foi atingida gravemente.
Kaija cai ferida e Bill tenta apanha-la antes que caia no chão, com aquela altura ela não iria sobreviver.
Bill acelera e consegue apanha-la em seus braços.
- Calma, aguenta..eu trato de ti.
Kall está ocupado o proteger o seu povo e nem repara no estado da filha.
Bill pousa está no chão cuidadosamente e ela pede-lhe que retire o fato do seu corpo.
Ela estava cheia de dor, o seu frágil corpo encontrava-se demaciado ferido e Bill cria apenas ajuda-la mas nem sabia como.
Implorou ajuda, mas ninguém surgiu.
Com a sua amada nos braços, deitando os seus últimos suspiros Bill invoca a algo superior ajuda.
A resposta surgiu em forma de imagem no seu pensamento.
A maquina, se ligarmos a maquina eles serão destruídos, mas e a Kaija tenho que salva-la.
- Não meu amor, não podes.
- Posso sim, eu não te vou perder..
- Sabes porquê a maquina não está ligada?
- Não..
- Porque os deus do passado exigem um sacrifício, o sangue real terá que ser derramado, leva-me para o topo da maquina e lá apaga o meu ultimo suspiro.
As palavras de Kaija eram ditas com dificuldade e Bill não queria as tornar reais.
- Não, tu vais ficar bem, voarei sozinho, eu sou o rei Tut,sou parte da realeza, o meu sangue bastará..
- Sabes porque não te pode dar um filho naquela noite que nos amamos no jardim, porque eu já sabia que iria morrer em breve.
Desde aquele acidente com a maquina onde fiquei ferida, que eu sabia que era uma questão de tempo.
- Porque não me contas te, nem o teu pai quando lhe perguntei, eu ..eu não te quero perder.
- Bill, por favor, realiza o meu ultimo desejo.
Bill não disse nada, carregou –a em seus braços e voou até ao topo da maquina.
Apesar do ar serio e frio, ele estava completamente destruído por dentro.
Deitou a sua amada e olhou-a não desejando ter que cumprir tal ordem.
- Mata-me antes que seja tarde, depois do meu corpo não possuir vida, serei inútil.
Bill avança num gesto compulsivo, buscando forças que o próprio desconhece.
Perfura o peito da sua amada, ao mesmo tempo que beija os seus lábios uma ultima vez.
Quando separou o seu rosto do dela, viu as suas mãos cobertas de sangue e a sua amada ainda viva gemendo.
- Eu.. a respiração era ofegante, dificultada pela imensa dor causada.
Eu amo-te meu rei, hoje e sempre, serei a estrela que ilumina o teu caminho.
Após as palavras os seus olhos fecharam-se pela ultima vez.
- Mas não, por favor, eu nem tive oportunidade de te dizer o quanto te amava.
Cai sobre o corpo de Kaija e chora sozinho a sua morte.
A maquina começa a funcionar, raios de luz iluminam todo o ceu.
A sua habitual cor negra é substituída por um amarelo vivo.
Uma onda branca surge no horizonte renovando tudo o que está destruído, e os guerreiros fogem para fora do planeta, muito deles em vão, pois as suas naves viram cinza a passagem daquela luz reluzente.
Todos gritam vitoria pelo povo e se abraçam em uniam, nem imaginam o que causou a activação da maquina.
Apenas Kall se afasta, ele sabia a resposta.
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Fanfic: Humanoid XVIII - Ultimos capitulos
Capitulo XVIII - De volta a Skyline
Na viagem trataram dos feridos e Kall explicou como tinham vencido os invasores mas que brevemente iriam sofrer um novo ataque se a maquina de energia não fosse recuperada.
De volta ao planeta que estava envolto em destruição, caminharam para uma zona subterrânea protegida por uma esfera metálica, bem no centro do planeta.
Os antepassados tinham construído aquele local, para quando o seu povo esteve-se em perigo.
Os dias passam e Bill vai ter com Kaija novamente perto de uma fonte espelhada, onde cresciam flores branca e uma água cristalina brotava.
Bill aproximou-se e envolveu os seus braços a cintura de Kaija encanto aninhava o seu corpo junto do seu.
O seu rosto tocou levemente no dela acariciando de forma suave.
- Quero estar contigo..
Kaija sorriu e levou para uma torre bem alta.
Lá em cima estava um jardim secreto com plantas de espécies nunca vistas.
O chão era coberto de ervas ao contrario da habitual fibra metálica.
Colunas surgiam por entre as arvores, já meio destruídas.
- Mas, eu já estive aqui antes? – Diz Bill deslumbrado com a beleza do local.
- Tu não, mas o meu rei Tut sim, ele construi este lugar para mim, tem espécies da terra e de Skyline unidas, as criaturas que possuem ambos os sangues ou componentes são simplesmente Unicas e poderosas. Quando estive na terra descobri que alguém possuía este tipo de sangue e ela será a nossa salvação.
- Mas de quem é que estás a falar Kaija?
- Da Letícia, não sei como ela tem o sangue das nossas filhas. A criança que ira nascer será a criatura mais poderosa que já existiu.
Aquelas informações faziam Bill ficar totalmente surpreso, Tom não lhe tivera contado nada.
- Mas existe um problema, a Letícia tem um tumor no cérebro e não sei até que ponto podemos salva-la sem prejudicar a criança.
Bill perde o chão, chega mesmo a virar as costas e respirar fundo para si, quando de repente diz:
- Salva-a por favor, mas manda todos para a terra. Teremos o nosso filho aqui e salvará o teu povo, assim eles não iram sofrer.
Kaija virá o rosto e lágrimas surgem da sua delicada face.
- Lamento..
- Não entendo - diz Bill ao tocar-lhe no rosto.
- Não poderei dar te tal alegria, só mesmo aquela criança nos irá salvar. Por favor não falemos mais disto, vamos apenas ficar juntos.
Bill não entendeu mas também não insistiu, beijou carinhosamente os lábios da sua amada.
Ela estava tão calma e serena. Os movimentos de ambos ao redescobrirem os seus corpos eram simplesmente sublimes.
Kaija observa as marcas das cicatrizes do corpo de Bill, limitando-se a rosar o seu rosto nelas finalizando com um beijo.
Bill estava de olhos fechados sentidos todos aqueles delicados toques.
Depois levantou-se ligeiramente, ambos se encontravam deitados naquele manto verde de flores.
Ficou ela deitada e Bill sobre ela.
- Nunca em toda a minha vida, pensei que seria possível amar alguém desta forma. Tu és mais do que a outra metade que me completa, és tudo o que sonhei e quis, tudo o que desejei naquela noite em que olhei para as estrelas e pedi o desejo.
Ele já se realizou e apesar do tudo o que passamos, tu és a melhor coisa que me aconteceu na vida. Lutarei por ti, por este amor que me mantém vivo. O destino separou-nos noutra vida, mas agora chegou a hora de sermos felizes.
Kaija tremeu por dentro com tais palavras, a sua respiração calava uma verdade que iria surgir, por isso ela abraçou-o, e sem ele ver chorou em silêncio.
Beijou-lhe o rosto, acariciou o corpo e uniram se de novo.
Quando ambos adormeceram exastos ,Bill sonhou com o rei Tut e nesse mesmo sonho ele lhe revelou toda a sabedoria de outra vida.
Bill tinha agora dentro de si o rei Tut renascido, formando uma ser extraordinário.
Os dias foram passando, assim como as semanas, Leticia seria operada dali a umas horas e Tom não podia estar mais nervoso.
Kaija garante que está em boas mãos, e depois de adormecida Tom despede-se com um carinho no rosto da futura mãe do seu filho.
As horas passam e tudo corre como o esperado, mais uns dias e ela voltaria ao normal.
Os dias, semanas e meses passam e a criança nasce.
Na viagem trataram dos feridos e Kall explicou como tinham vencido os invasores mas que brevemente iriam sofrer um novo ataque se a maquina de energia não fosse recuperada.
De volta ao planeta que estava envolto em destruição, caminharam para uma zona subterrânea protegida por uma esfera metálica, bem no centro do planeta.
Os antepassados tinham construído aquele local, para quando o seu povo esteve-se em perigo.
Os dias passam e Bill vai ter com Kaija novamente perto de uma fonte espelhada, onde cresciam flores branca e uma água cristalina brotava.
Bill aproximou-se e envolveu os seus braços a cintura de Kaija encanto aninhava o seu corpo junto do seu.
O seu rosto tocou levemente no dela acariciando de forma suave.
- Quero estar contigo..
Kaija sorriu e levou para uma torre bem alta.
Lá em cima estava um jardim secreto com plantas de espécies nunca vistas.
O chão era coberto de ervas ao contrario da habitual fibra metálica.
Colunas surgiam por entre as arvores, já meio destruídas.
- Mas, eu já estive aqui antes? – Diz Bill deslumbrado com a beleza do local.
- Tu não, mas o meu rei Tut sim, ele construi este lugar para mim, tem espécies da terra e de Skyline unidas, as criaturas que possuem ambos os sangues ou componentes são simplesmente Unicas e poderosas. Quando estive na terra descobri que alguém possuía este tipo de sangue e ela será a nossa salvação.
- Mas de quem é que estás a falar Kaija?
- Da Letícia, não sei como ela tem o sangue das nossas filhas. A criança que ira nascer será a criatura mais poderosa que já existiu.
Aquelas informações faziam Bill ficar totalmente surpreso, Tom não lhe tivera contado nada.
- Mas existe um problema, a Letícia tem um tumor no cérebro e não sei até que ponto podemos salva-la sem prejudicar a criança.
Bill perde o chão, chega mesmo a virar as costas e respirar fundo para si, quando de repente diz:
- Salva-a por favor, mas manda todos para a terra. Teremos o nosso filho aqui e salvará o teu povo, assim eles não iram sofrer.
Kaija virá o rosto e lágrimas surgem da sua delicada face.
- Lamento..
- Não entendo - diz Bill ao tocar-lhe no rosto.
- Não poderei dar te tal alegria, só mesmo aquela criança nos irá salvar. Por favor não falemos mais disto, vamos apenas ficar juntos.
Bill não entendeu mas também não insistiu, beijou carinhosamente os lábios da sua amada.
Ela estava tão calma e serena. Os movimentos de ambos ao redescobrirem os seus corpos eram simplesmente sublimes.
Kaija observa as marcas das cicatrizes do corpo de Bill, limitando-se a rosar o seu rosto nelas finalizando com um beijo.
Bill estava de olhos fechados sentidos todos aqueles delicados toques.
Depois levantou-se ligeiramente, ambos se encontravam deitados naquele manto verde de flores.
Ficou ela deitada e Bill sobre ela.
- Nunca em toda a minha vida, pensei que seria possível amar alguém desta forma. Tu és mais do que a outra metade que me completa, és tudo o que sonhei e quis, tudo o que desejei naquela noite em que olhei para as estrelas e pedi o desejo.
Ele já se realizou e apesar do tudo o que passamos, tu és a melhor coisa que me aconteceu na vida. Lutarei por ti, por este amor que me mantém vivo. O destino separou-nos noutra vida, mas agora chegou a hora de sermos felizes.
Kaija tremeu por dentro com tais palavras, a sua respiração calava uma verdade que iria surgir, por isso ela abraçou-o, e sem ele ver chorou em silêncio.
Beijou-lhe o rosto, acariciou o corpo e uniram se de novo.
Quando ambos adormeceram exastos ,Bill sonhou com o rei Tut e nesse mesmo sonho ele lhe revelou toda a sabedoria de outra vida.
Bill tinha agora dentro de si o rei Tut renascido, formando uma ser extraordinário.
Os dias foram passando, assim como as semanas, Leticia seria operada dali a umas horas e Tom não podia estar mais nervoso.
Kaija garante que está em boas mãos, e depois de adormecida Tom despede-se com um carinho no rosto da futura mãe do seu filho.
As horas passam e tudo corre como o esperado, mais uns dias e ela voltaria ao normal.
Os dias, semanas e meses passam e a criança nasce.
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Fanfic: Humanoid XVII
Capitulo XVII – Invasores
Os dias passam e Bill recupera a olhos vistos.
Kaija mantém-se sempre a seu lado, pois sabe que o tempo que têm juntos é curto.
Chega o dia em que têm de resgatar a nave, Kaija ira com Gustav e Georg, até ao local onde a nave está escondida provisoriamente.
Georg chega e apita o carro de forma a kaija repare na sua chegada.
- Calma Georg, já vou – fez sinal com a mão pela janela.
Disfarçada com roupas largas e um gorro, Kaija entra no carro e cumprimenta ambos.
Gustav após uns momentos de silêncio pergunta algo que o preocupa.
- Irás partir hoje não é, sem o Bill saber?
Georg olha para ambos através do espelho do carro, eles sabiam qual a resposta e dos lábios dela um simples sim surgiu.
Todos sabiam a dor que isso iria causar, mas também que era um mal necessário.
Após uns largos minutos de silêncio, chegam ao local onde a nave se encontrava.
Uma velha casa, escondida numa serra perto da cidade, encobria a nave que agora era activada por Kaija.
A nave tinha sido mexida, a sua presença já tinha sido notada e um barulho surge no exterior da casa.
Pensando que seria algum humano curioso, Georg protege Kaija com o seu próprio corpo e Gustav avança.
Um raio surge e destrói parte da parede onde Gustav se encontrava.
- São eles, Guerreiros de Redsea seguiram-nos até aqui, corram!!
Varias explosões, caem agora sobre eles, e Gustav chega mesmo a ser atingido.
Georg consegue chegar até ao carro e todos entram.
Dois guerreiros seguem eles por aqueles caminhos atribulados, mas eles conseguem despista-los.
Vinte minutos separam a serra da casa dos gémeos e ao chegarem correm para o seu interior.
Kaija é a primeira a entrar e pede a todos que se juntem, pois estavam em perigo.
- Tom, Letícia fechem toda a casa, temos que ir para a cave.
Gustav entra apoiado em Georg, ele estava a perder muito sangue e Leticia corre em seu auxilio.
Tom corre até ao quarto de Bill, para levar o irmão e fechar tudo, enquanto que Kaija vai vestir o fato.
Barulhos vindo do exterior começam a provocar o pânico dos presentes e luzes verdes entram pelas fechadas janelas.
Eles já aqui estão, escondam se por favor, eles só me querem a mim.
Antes de entrarem na cave, um corpo cai nas escadas tentando escapar de alguém, era Bill arrastando-se dolorosamente.
Todos observam e Kaija enraivecida prepara-se para atacar.
Leticia grita para não o fazer, pois aquele guerreiro não estava sozinho, prendia Tom em seus braços pelo pescoço e este estava prestes a sufocar.
O momento era de tensão para todos, Kaija queria salva-los mas não podia ferir ninguém.
Georg consegue escapar e com uma cadeira faz a criatura cair e largar Tom.
Todos com ajuda uns dos outros, correm para a cave e bloqueiam a porta.
Vozes surgem de novo, poderia haver dezenas de soldados naquela casa e as chanses de escaparem eram nulas.
Kaija está fixando a porta para aniquilar qualquer intruso.
Leticia e Georg tratam de Bill , Tom e Gustav, todos sabiam que o fim estava próximo.
A porta da cave começa a ser forçada e vários espigões surgem desfazendo esta.
A respiração de Kaija estava acelerada..
Ouve-se um forte estrondo e as luzes apagam-se.
Novas vozes surgem e guerreiros de Skyline protegem agora o grupo.
Uma nave está flutuando nos negros céus do exterior da casa e o grande Rei Kall leva agora todos para o seu interior debaixo de uma chuva de tiros dos soldados de Redsea.
Os dias passam e Bill recupera a olhos vistos.
Kaija mantém-se sempre a seu lado, pois sabe que o tempo que têm juntos é curto.
Chega o dia em que têm de resgatar a nave, Kaija ira com Gustav e Georg, até ao local onde a nave está escondida provisoriamente.
Georg chega e apita o carro de forma a kaija repare na sua chegada.
- Calma Georg, já vou – fez sinal com a mão pela janela.
Disfarçada com roupas largas e um gorro, Kaija entra no carro e cumprimenta ambos.
Gustav após uns momentos de silêncio pergunta algo que o preocupa.
- Irás partir hoje não é, sem o Bill saber?
Georg olha para ambos através do espelho do carro, eles sabiam qual a resposta e dos lábios dela um simples sim surgiu.
Todos sabiam a dor que isso iria causar, mas também que era um mal necessário.
Após uns largos minutos de silêncio, chegam ao local onde a nave se encontrava.
Uma velha casa, escondida numa serra perto da cidade, encobria a nave que agora era activada por Kaija.
A nave tinha sido mexida, a sua presença já tinha sido notada e um barulho surge no exterior da casa.
Pensando que seria algum humano curioso, Georg protege Kaija com o seu próprio corpo e Gustav avança.
Um raio surge e destrói parte da parede onde Gustav se encontrava.
- São eles, Guerreiros de Redsea seguiram-nos até aqui, corram!!
Varias explosões, caem agora sobre eles, e Gustav chega mesmo a ser atingido.
Georg consegue chegar até ao carro e todos entram.
Dois guerreiros seguem eles por aqueles caminhos atribulados, mas eles conseguem despista-los.
Vinte minutos separam a serra da casa dos gémeos e ao chegarem correm para o seu interior.
Kaija é a primeira a entrar e pede a todos que se juntem, pois estavam em perigo.
- Tom, Letícia fechem toda a casa, temos que ir para a cave.
Gustav entra apoiado em Georg, ele estava a perder muito sangue e Leticia corre em seu auxilio.
Tom corre até ao quarto de Bill, para levar o irmão e fechar tudo, enquanto que Kaija vai vestir o fato.
Barulhos vindo do exterior começam a provocar o pânico dos presentes e luzes verdes entram pelas fechadas janelas.
Eles já aqui estão, escondam se por favor, eles só me querem a mim.
Antes de entrarem na cave, um corpo cai nas escadas tentando escapar de alguém, era Bill arrastando-se dolorosamente.
Todos observam e Kaija enraivecida prepara-se para atacar.
Leticia grita para não o fazer, pois aquele guerreiro não estava sozinho, prendia Tom em seus braços pelo pescoço e este estava prestes a sufocar.
O momento era de tensão para todos, Kaija queria salva-los mas não podia ferir ninguém.
Georg consegue escapar e com uma cadeira faz a criatura cair e largar Tom.
Todos com ajuda uns dos outros, correm para a cave e bloqueiam a porta.
Vozes surgem de novo, poderia haver dezenas de soldados naquela casa e as chanses de escaparem eram nulas.
Kaija está fixando a porta para aniquilar qualquer intruso.
Leticia e Georg tratam de Bill , Tom e Gustav, todos sabiam que o fim estava próximo.
A porta da cave começa a ser forçada e vários espigões surgem desfazendo esta.
A respiração de Kaija estava acelerada..
Ouve-se um forte estrondo e as luzes apagam-se.
Novas vozes surgem e guerreiros de Skyline protegem agora o grupo.
Uma nave está flutuando nos negros céus do exterior da casa e o grande Rei Kall leva agora todos para o seu interior debaixo de uma chuva de tiros dos soldados de Redsea.
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sábado, 28 de agosto de 2010
Fanfic: Humanoid XVI
Capitulo XVI – O despertar
Bill encontrava-se fraco, mas felizmente o seu estado tinha melhoras significativas.
Sentiu um burburinho ao longe, vozes estranhamente familiares faziam-no querer ver se não se tratava de um sonho.
Abre os olhos lentamente e apercebe-se que ao seu lado, na cama mais próxima está aquele que mais ama na vida, o seu irmão.
A felicidade era tão imensa que parecia transbordar no seu peito.
Com voz calma, meiga e delicada chama pelo seu irmão, na esperança de este notar a sua presença.
- Tom.
Este abre os olhos e sorri.
- Bill – Diz Tom sorrindo – Estás bem? . diz com voz fraca ainda envolta em dor.
- Sim..felizmente, por momentos parecia que era um sonho, voltar a casa, estar contigo.
- O que importa é que voltaste e nada de mal te ira acontecer.
Bill observa agora o irmão e vê que o seu corpo têm varias ligaduras.
Tom tu?? – Diz com ar de preocupação.
- Eu estou bem, não te preocupes, sabes que tu és mais importante que tudo, por isso este pequeno esforço não foi nada.
A conversa de ambos foi interrompida quando Letícia entra no quarto.
- Estás bem amor -diz docemente.
- Sim.
- Bill já acordas-te! Como te sentes? - Diz aproximando se de Bill, virando as costas ao Tom.
- Hey, é assim estou eu aqui as portas da morte e tu vais mimar o meu irmão. – Diz Tom brincando com a preocupação da amada para com o seu gémeo.
Entre risos Kaija entra no quarto e todos se calam, apenas Bill prenuncia o seu nome após uns segundos.
Ela avança deslumbrante, com aqueles passos lentos semelhantes a de uma bailarina, quase deslizando pelo chão.
O seu olhar transparecia todo o amor que os seus lábios poderiam falar.
Letícia e Tom saem vagarosamente do quarto, deixando-os assim sozinhos.
- Estás aqui comigo.. – Diz Bill e suspira fortemente.
- Sim meu amor, fiquei com tanto medo de te perder, graças ao sangue do teu irmão estás vivo..
- Mas e Skyline, o teu pai, aquele povo.. – Diz Bill abrindo os olhos e percebendo que o fim do planeta estava próximo.
- Eles conseguiram escapar, mas o planeta não ira aguentar muito sem a maquina de energia e com as invasões de Redsea. – Diz Kaija levantando-se e andando de um lado para o outro.
- Bill Eu.. – diz e uma pausa silenciosa impõem-se em busca de coragem.
-Eu terei de partir Bill.
- Mas, nãooo!! Eu não aceito perder-te depois de tudo, nem que tenha de ir contigo mas eu não quero e nem vou ficar sem ti.
- Tu não entendes – Diz Kaija avançando e segurando o rosto de Bill.
- Eu amo-te, amo-te demasiado e não posso perder-te de novo o meu coração não iria aguentar, ficarás na Terra a salvo daquele mundo horrível a qual pertenço.
Bill olha-a nos olhos, no fundo sabia que ela tinha razão, mas não concordou com as palavras nem decisão ,em vez do silêncio um beijo de cumplicidade deu lugar as estas seguido de um abraço meigo.
Gustav passa pelo quarto e apercebe do carinho que aqueles dois nutrem um por o outro, era de facto magnifico.
Ele desce as escadas até a sala, onde se encontra Tom e Georg conversando, depois avança até a cozinha onde apercebe-se que um corpo está caído no chão.
Um corpo envolto num vestido roxo de fácil identificação, preocupava-o e correu em seu auxilio.
- Letícia, Letícia acorda.. – Diz Gustav perto dela
Ela não parecia reagir a nada e ele começa a chamar pelos amigos.
Tom e Gustav deslocam-se atribuladamente até a cozinha, temendo ver o pior pois a voz de Gustav indicava angústia e nada de bom poderia ser.
- Letícia, Letícia, acorda amor.. – mas ela não reagia já há uns minutos, algo estava errado e Tom quer leva-la para o hospital.
Kaija entra pelo cozinha a dentro e pede-lhe: Não o faças talvez eu tenha a cura.
Kaija vestiu o fato e analisou o corpo de Letícia, os médicos já tinham feito vários exames, mas nunca diziam nada em concreto.
Após largos minutos, a resposta chega com algo chocante e surpreendente.
- Tom preciso de ti e muito, o que te tenho para dizer não é fácil são três noticias bem importantes e uma delas ainda tenho que ver bem se é possível.. – Diz Kaija pegando nele e colocando no sofá mais próximo.
- Diz de uma vez, enquanto ela está adormecida, já sabes o que ela tem? - A voz de Tom estava nervosa como seria de esperar.
- Sim Tom, sei..ela tem um tumor no cérebro.. – Diz baixando a cabeça e vendo que Tom fica perplexo observando-a.
- Ho meu deus – diz num tom baixo levando as mãos a cabeça.
Kaija aproxima-se e pede-lhe calma.
- Tom não te quero dar falsas esperanças, mas segundo a minha descoberta, é possível que eu a salve, pois ela é portadora do sangue do povo de Skyline.
O quê?? isso não é possível, ela é humana.. – Diz ele fitando o olhar serio de Kaija
– Não sei como é possível, talvez a resposta esteja num passado demasiado familiar para mim do que o esperado, mas o importante é que acho que a consigo salvar, o único problema é que ela..
Tom ouve as palavras de Kaija, fica branco, pálido e não controlando o seu corpo cai desmaiado naquele chão gélido.
Após o choque, ele caminha para junto de Letícia que se encontrava adormecida em seu quarto.
Caminha para junto da cama e observa tranquilamente enquanto ela dormitava.
Ele senta-se na cama e carinhosamente passa a sua mão pelo rosto da sua amada afastando-lhe o cabelo do rosto.
Lentamente ela abre os olhos e sorri ao vê-lo.
- Mor, como te sentes?
- Estou melhor, senti-me tonta e não me lembro de muito mais.
- A Kaija esteve a analisar-te e..
- Ela descobriu o que eu tenho Tom – diz curiosa e nervosa ao mesmo tempo.
- Sim – Diz e respirou fundo buscando as palavras certas para aquele momento.
- Ela descobriu que a tua doença é mais grave do que eu pensava, mas ela pode salvar-te em princípio.
- Em principio, como assim, o que é que eu tenho Tom?
- Ela disse que o processo seria mais fácil, se duas vidas não estivessem em jogo.. Quando é que planeavas contar-me Letícia?
Letícia desvia o olhar, não chorou mas a vontade era imensa. Ela queria que ele soubesse mas não assim.
- Tom..desculpa não te ter dito, eu queria dizer-te mas eu tinha tanto medo. Medo de te desiludir, de te perder, do meu corpo não me permitir dar-te esta alegria, pois não sei o que a minha doença me reserva e sei que corro risco ao levar esta gravidez até ao fim.
Tom abraça-a com força.
- Eu estou aqui e iremos enfrentar isto juntos.
O nosso filho irá nascer, a Kaija irá te curar e tudo se vai resolver..
Ela corresponde o abraço, colocando o seu rosto junto do dele, enquanto lhe puxava as mangas do casaco, mantendo assim ainda mais perto de si.
Bill encontrava-se fraco, mas felizmente o seu estado tinha melhoras significativas.
Sentiu um burburinho ao longe, vozes estranhamente familiares faziam-no querer ver se não se tratava de um sonho.
Abre os olhos lentamente e apercebe-se que ao seu lado, na cama mais próxima está aquele que mais ama na vida, o seu irmão.
A felicidade era tão imensa que parecia transbordar no seu peito.
Com voz calma, meiga e delicada chama pelo seu irmão, na esperança de este notar a sua presença.
- Tom.
Este abre os olhos e sorri.
- Bill – Diz Tom sorrindo – Estás bem? . diz com voz fraca ainda envolta em dor.
- Sim..felizmente, por momentos parecia que era um sonho, voltar a casa, estar contigo.
- O que importa é que voltaste e nada de mal te ira acontecer.
Bill observa agora o irmão e vê que o seu corpo têm varias ligaduras.
Tom tu?? – Diz com ar de preocupação.
- Eu estou bem, não te preocupes, sabes que tu és mais importante que tudo, por isso este pequeno esforço não foi nada.
A conversa de ambos foi interrompida quando Letícia entra no quarto.
- Estás bem amor -diz docemente.
- Sim.
- Bill já acordas-te! Como te sentes? - Diz aproximando se de Bill, virando as costas ao Tom.
- Hey, é assim estou eu aqui as portas da morte e tu vais mimar o meu irmão. – Diz Tom brincando com a preocupação da amada para com o seu gémeo.
Entre risos Kaija entra no quarto e todos se calam, apenas Bill prenuncia o seu nome após uns segundos.
Ela avança deslumbrante, com aqueles passos lentos semelhantes a de uma bailarina, quase deslizando pelo chão.
O seu olhar transparecia todo o amor que os seus lábios poderiam falar.
Letícia e Tom saem vagarosamente do quarto, deixando-os assim sozinhos.
- Estás aqui comigo.. – Diz Bill e suspira fortemente.
- Sim meu amor, fiquei com tanto medo de te perder, graças ao sangue do teu irmão estás vivo..
- Mas e Skyline, o teu pai, aquele povo.. – Diz Bill abrindo os olhos e percebendo que o fim do planeta estava próximo.
- Eles conseguiram escapar, mas o planeta não ira aguentar muito sem a maquina de energia e com as invasões de Redsea. – Diz Kaija levantando-se e andando de um lado para o outro.
- Bill Eu.. – diz e uma pausa silenciosa impõem-se em busca de coragem.
-Eu terei de partir Bill.
- Mas, nãooo!! Eu não aceito perder-te depois de tudo, nem que tenha de ir contigo mas eu não quero e nem vou ficar sem ti.
- Tu não entendes – Diz Kaija avançando e segurando o rosto de Bill.
- Eu amo-te, amo-te demasiado e não posso perder-te de novo o meu coração não iria aguentar, ficarás na Terra a salvo daquele mundo horrível a qual pertenço.
Bill olha-a nos olhos, no fundo sabia que ela tinha razão, mas não concordou com as palavras nem decisão ,em vez do silêncio um beijo de cumplicidade deu lugar as estas seguido de um abraço meigo.
Gustav passa pelo quarto e apercebe do carinho que aqueles dois nutrem um por o outro, era de facto magnifico.
Ele desce as escadas até a sala, onde se encontra Tom e Georg conversando, depois avança até a cozinha onde apercebe-se que um corpo está caído no chão.
Um corpo envolto num vestido roxo de fácil identificação, preocupava-o e correu em seu auxilio.
- Letícia, Letícia acorda.. – Diz Gustav perto dela
Ela não parecia reagir a nada e ele começa a chamar pelos amigos.
Tom e Gustav deslocam-se atribuladamente até a cozinha, temendo ver o pior pois a voz de Gustav indicava angústia e nada de bom poderia ser.
- Letícia, Letícia, acorda amor.. – mas ela não reagia já há uns minutos, algo estava errado e Tom quer leva-la para o hospital.
Kaija entra pelo cozinha a dentro e pede-lhe: Não o faças talvez eu tenha a cura.
Kaija vestiu o fato e analisou o corpo de Letícia, os médicos já tinham feito vários exames, mas nunca diziam nada em concreto.
Após largos minutos, a resposta chega com algo chocante e surpreendente.
- Tom preciso de ti e muito, o que te tenho para dizer não é fácil são três noticias bem importantes e uma delas ainda tenho que ver bem se é possível.. – Diz Kaija pegando nele e colocando no sofá mais próximo.
- Diz de uma vez, enquanto ela está adormecida, já sabes o que ela tem? - A voz de Tom estava nervosa como seria de esperar.
- Sim Tom, sei..ela tem um tumor no cérebro.. – Diz baixando a cabeça e vendo que Tom fica perplexo observando-a.
- Ho meu deus – diz num tom baixo levando as mãos a cabeça.
Kaija aproxima-se e pede-lhe calma.
- Tom não te quero dar falsas esperanças, mas segundo a minha descoberta, é possível que eu a salve, pois ela é portadora do sangue do povo de Skyline.
O quê?? isso não é possível, ela é humana.. – Diz ele fitando o olhar serio de Kaija
– Não sei como é possível, talvez a resposta esteja num passado demasiado familiar para mim do que o esperado, mas o importante é que acho que a consigo salvar, o único problema é que ela..
Tom ouve as palavras de Kaija, fica branco, pálido e não controlando o seu corpo cai desmaiado naquele chão gélido.
Após o choque, ele caminha para junto de Letícia que se encontrava adormecida em seu quarto.
Caminha para junto da cama e observa tranquilamente enquanto ela dormitava.
Ele senta-se na cama e carinhosamente passa a sua mão pelo rosto da sua amada afastando-lhe o cabelo do rosto.
Lentamente ela abre os olhos e sorri ao vê-lo.
- Mor, como te sentes?
- Estou melhor, senti-me tonta e não me lembro de muito mais.
- A Kaija esteve a analisar-te e..
- Ela descobriu o que eu tenho Tom – diz curiosa e nervosa ao mesmo tempo.
- Sim – Diz e respirou fundo buscando as palavras certas para aquele momento.
- Ela descobriu que a tua doença é mais grave do que eu pensava, mas ela pode salvar-te em princípio.
- Em principio, como assim, o que é que eu tenho Tom?
- Ela disse que o processo seria mais fácil, se duas vidas não estivessem em jogo.. Quando é que planeavas contar-me Letícia?
Letícia desvia o olhar, não chorou mas a vontade era imensa. Ela queria que ele soubesse mas não assim.
- Tom..desculpa não te ter dito, eu queria dizer-te mas eu tinha tanto medo. Medo de te desiludir, de te perder, do meu corpo não me permitir dar-te esta alegria, pois não sei o que a minha doença me reserva e sei que corro risco ao levar esta gravidez até ao fim.
Tom abraça-a com força.
- Eu estou aqui e iremos enfrentar isto juntos.
O nosso filho irá nascer, a Kaija irá te curar e tudo se vai resolver..
Ela corresponde o abraço, colocando o seu rosto junto do dele, enquanto lhe puxava as mangas do casaco, mantendo assim ainda mais perto de si.
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
Fanfic: Humanoid XIV - XV
Capitulo XIV – De volta a terra.
No momento em que a nave iria partir, Kall aparece e diz que o seu povo está protegido, mas que Bill não ira sobreviver se não tiver o fato robótico vestido, pois o sangue que perdia era imenso.
- Sai daqui Kaija e procura a salvação para o nosso planeta, só tu podes encontra-la.
Kall abraça a filha e protege-a para que parta junto com Bill na nave em direcção a Terra.
A pequena nave redonda é agora fechada e lançada em grande velocidade através daquele céu negro, para o exterior da atmosfera de Skyline.
Kaija ainda vê o pai ser atacado, mas Turum consegue protege-lo.
Na nave Bill desmaia e Kaija tenta que recupere os sentidos, estar desmaiado na sua condição é demaciado perigoso.
Ela com dificuldade, retira o fato robótico e põe no corpo de Bill.
O oxigénio e o espaço da nave eram bastante reduzidos, visto que a nave era apenas para uma pessoa, no banco do piloto ia Bill, já com o fato colocado e Kaija enrolou-se no seu colo, ficando aninhada ao seu corpo.
A viagem para a Terra ainda era longa, por isso ela colocou o interior da nave com um gás que os deixaria em estado de hibernação.
Os seus corações iriam abrandar, o ar que iria precisar seria menor, assim havia mais hipóteses de sobreviver.
Os dias foram passando até que a nave voltou a aterrar no exacto lugar de anteriormente, ou seja perto da casa dos gémeos, tal como naquela noite de passagem de ano.
Kaija acorda primeiro e abre a cápsula da nave.
- Bill, acorda Bill por favor.. – Bill não mostrava nenhum sinal de vida.
Ao tentar mover o corpo, vê uma possa de sangue a seus pés e apercebe-se que o fato não foi suficiente.
- Hoo Bill, tu não podes estar..
Kaija faz uma rápida leitura da condição física de Bill, e vê que precisa urgentemente de uma transfusão de sangue.
Ela sabia da existência de Tom, por isso correu a sua procura.
Deviam ser umas cinco da manhã, o Sol iria nascer dali a nada.
Ela carregou o alto corpo de Bill, junto ao seu, mesmo expondo a sua natureza.
Se alguém a visse, possivelmente ela não o conseguiria ajudar, pois o povo da Terra iria rapta-la no mínimo para estudos.
Já sem forças, consegue avistar a casa e chama por Tom.
- Tom, Tom..ajuda-me.
Tom que perdera quase a esperança de ver o seu irmão, após uma vasta procura, levanta-se da cama num sobressalto.
- Que se passa amor – Diz Letícia, ao seu lado.
Alguém me chama, o meu irmão, está perto eu sinto.
Tom corre para a porta e fica surpreso com o que vê.
Uma criatura ferida, semelhante a uma mulher humana, mas de pele cinza quase translúcida e um Robot, apoiado na mesma.
- Tu de novo!! Que fizeste ao meu irmão.
- Calma eu posso explicar.. – Diz Kaija com voz baixa.
- Explicar o que, Onde ele está?? Diz-me – Tom estava descontrolado.
Tom.. Olha.. – Diz Letícia surgindo envolta num roupão.
O robot faz um esforço e tira o capacete.
Billlll.. –Tom corre para junto do irmão.
Tu vais paga-las ele está ferido, o que lhe fizeste, não te vai safar desta. – Diz Tom transportando o corpo do irmão para dentro da casa.
- Calma, eu explico depois, ele precisa de ti, perdeu demasiado sangue. – Diz Kaija.
- Eu vou leva-lo para o hospital ele não pode estar assim. – Diz Tom passando a mão no rosto do irmão.
Não, não podes faze-lo, ele precisa do fato metálico, sem ele vai morrer em segundos, ele precisa do teu sangue e eu sei como ajuda-lo.
Tom faz o que ela te pede – Diz Letícia calmamente pois os nervos de Tom eram evidentes.
Capitulo XV – Sangue
No quarto de Bill, puseram duas camas, uma ao lado da outra, com ambos deitados.
O que é que me vais fazer – Diz Tom ao observa-la.
Vou retirar estes tubos do fato do Bill e inseri-los no teu corpo será doloroso e estarás que estar calmo durante o processo, se não o fizeres será prejudicial.
Tom deita-se e fixa o tecto, pensa para si mesmo que Bill não hesitaria, nem um segundo em seu lugar. Fechou os olhos e momentos da sua infância, surgiam agora vagueando pela sua mente.
Kaija aproximou-se e pegou-lhe no braço – Vou ter que te cortar Tom, ele precisa de ti.
Tom vira o rosto na direcção contraria fixando agora a parede do quarto, Letícia em passos lentos, senta-se na cama e dá-lhe graciosamente a mão, envolvendo os seus frágeis dedos nas trabalhadas mãos de Tom.
Kaija inicia a transfusão de sangue, Tom ficava fraco a cada minuto que passava, mas todos sabiam que ele faria tudo o que era necessário para salvar o irmão, nem que para isso tivesse que dar a própria vida.
Durante a transfusão Tom ia ficando cada vez mais franco, e os cortes de Bill iam sendo sarados a lazer por Kaija.
O processo era doloroso para ambos e infelizmente Tom sofreu mais cortes do que o esperado.
Letícia estava sempre a seu lado, passando a mão suavemente pelo seu rosto.
Tom adormecia devido a fraqueza e a transfusão finalmente estava completa.
Se tudo corresse como o esperado dali a dias estariam bem.
Letícia desceu até a sala e telefonou para Georg e Gustav, precisava deles e sabia que Tom e Bill iam querer os seus amigos de todas as horas naquele momento difícil.
Após o telefonema os rapazes nem meia hora demoram.
Os rapazes deram um Toque para o telemóvel de Letícia, estavam lá em baixo perto da porta e ela foi envolta no roupão receber estes.
- Letícia que se passa? – Diz Gustav com um ar preocupado.
- Calma, apenas vos peço isso, irei explicar tudo.
Com voz calma e tolerância, ela explicou todo sobre Bill, Kaija e a transfusão que os rapazes estavam a passar.
Após o choque inicial e estranheza, eles viram que era por um bem maior e que Kaija precisava de ajuda.
Durante a conversa, Letícia desmaia e é carregada até ao quarto de Tom, por Georg, eles pensaram que o que acontecera se deve ao débil estado da saúde da mesma, e pelas emoções causadas nessa noite.
Depois Kaija pede ajuda, precisava de vários aparelhos informáticos e de resgatar a nave, Gustav e Georg prontamente resolveram ajudar e assim começaram a arquitectar o plano.
No momento em que a nave iria partir, Kall aparece e diz que o seu povo está protegido, mas que Bill não ira sobreviver se não tiver o fato robótico vestido, pois o sangue que perdia era imenso.
- Sai daqui Kaija e procura a salvação para o nosso planeta, só tu podes encontra-la.
Kall abraça a filha e protege-a para que parta junto com Bill na nave em direcção a Terra.
A pequena nave redonda é agora fechada e lançada em grande velocidade através daquele céu negro, para o exterior da atmosfera de Skyline.
Kaija ainda vê o pai ser atacado, mas Turum consegue protege-lo.
Na nave Bill desmaia e Kaija tenta que recupere os sentidos, estar desmaiado na sua condição é demaciado perigoso.
Ela com dificuldade, retira o fato robótico e põe no corpo de Bill.
O oxigénio e o espaço da nave eram bastante reduzidos, visto que a nave era apenas para uma pessoa, no banco do piloto ia Bill, já com o fato colocado e Kaija enrolou-se no seu colo, ficando aninhada ao seu corpo.
A viagem para a Terra ainda era longa, por isso ela colocou o interior da nave com um gás que os deixaria em estado de hibernação.
Os seus corações iriam abrandar, o ar que iria precisar seria menor, assim havia mais hipóteses de sobreviver.
Os dias foram passando até que a nave voltou a aterrar no exacto lugar de anteriormente, ou seja perto da casa dos gémeos, tal como naquela noite de passagem de ano.
Kaija acorda primeiro e abre a cápsula da nave.
- Bill, acorda Bill por favor.. – Bill não mostrava nenhum sinal de vida.
Ao tentar mover o corpo, vê uma possa de sangue a seus pés e apercebe-se que o fato não foi suficiente.
- Hoo Bill, tu não podes estar..
Kaija faz uma rápida leitura da condição física de Bill, e vê que precisa urgentemente de uma transfusão de sangue.
Ela sabia da existência de Tom, por isso correu a sua procura.
Deviam ser umas cinco da manhã, o Sol iria nascer dali a nada.
Ela carregou o alto corpo de Bill, junto ao seu, mesmo expondo a sua natureza.
Se alguém a visse, possivelmente ela não o conseguiria ajudar, pois o povo da Terra iria rapta-la no mínimo para estudos.
Já sem forças, consegue avistar a casa e chama por Tom.
- Tom, Tom..ajuda-me.
Tom que perdera quase a esperança de ver o seu irmão, após uma vasta procura, levanta-se da cama num sobressalto.
- Que se passa amor – Diz Letícia, ao seu lado.
Alguém me chama, o meu irmão, está perto eu sinto.
Tom corre para a porta e fica surpreso com o que vê.
Uma criatura ferida, semelhante a uma mulher humana, mas de pele cinza quase translúcida e um Robot, apoiado na mesma.
- Tu de novo!! Que fizeste ao meu irmão.
- Calma eu posso explicar.. – Diz Kaija com voz baixa.
- Explicar o que, Onde ele está?? Diz-me – Tom estava descontrolado.
Tom.. Olha.. – Diz Letícia surgindo envolta num roupão.
O robot faz um esforço e tira o capacete.
Billlll.. –Tom corre para junto do irmão.
Tu vais paga-las ele está ferido, o que lhe fizeste, não te vai safar desta. – Diz Tom transportando o corpo do irmão para dentro da casa.
- Calma, eu explico depois, ele precisa de ti, perdeu demasiado sangue. – Diz Kaija.
- Eu vou leva-lo para o hospital ele não pode estar assim. – Diz Tom passando a mão no rosto do irmão.
Não, não podes faze-lo, ele precisa do fato metálico, sem ele vai morrer em segundos, ele precisa do teu sangue e eu sei como ajuda-lo.
Tom faz o que ela te pede – Diz Letícia calmamente pois os nervos de Tom eram evidentes.
Capitulo XV – Sangue
No quarto de Bill, puseram duas camas, uma ao lado da outra, com ambos deitados.
O que é que me vais fazer – Diz Tom ao observa-la.
Vou retirar estes tubos do fato do Bill e inseri-los no teu corpo será doloroso e estarás que estar calmo durante o processo, se não o fizeres será prejudicial.
Tom deita-se e fixa o tecto, pensa para si mesmo que Bill não hesitaria, nem um segundo em seu lugar. Fechou os olhos e momentos da sua infância, surgiam agora vagueando pela sua mente.
Kaija aproximou-se e pegou-lhe no braço – Vou ter que te cortar Tom, ele precisa de ti.
Tom vira o rosto na direcção contraria fixando agora a parede do quarto, Letícia em passos lentos, senta-se na cama e dá-lhe graciosamente a mão, envolvendo os seus frágeis dedos nas trabalhadas mãos de Tom.
Kaija inicia a transfusão de sangue, Tom ficava fraco a cada minuto que passava, mas todos sabiam que ele faria tudo o que era necessário para salvar o irmão, nem que para isso tivesse que dar a própria vida.
Durante a transfusão Tom ia ficando cada vez mais franco, e os cortes de Bill iam sendo sarados a lazer por Kaija.
O processo era doloroso para ambos e infelizmente Tom sofreu mais cortes do que o esperado.
Letícia estava sempre a seu lado, passando a mão suavemente pelo seu rosto.
Tom adormecia devido a fraqueza e a transfusão finalmente estava completa.
Se tudo corresse como o esperado dali a dias estariam bem.
Letícia desceu até a sala e telefonou para Georg e Gustav, precisava deles e sabia que Tom e Bill iam querer os seus amigos de todas as horas naquele momento difícil.
Após o telefonema os rapazes nem meia hora demoram.
Os rapazes deram um Toque para o telemóvel de Letícia, estavam lá em baixo perto da porta e ela foi envolta no roupão receber estes.
- Letícia que se passa? – Diz Gustav com um ar preocupado.
- Calma, apenas vos peço isso, irei explicar tudo.
Com voz calma e tolerância, ela explicou todo sobre Bill, Kaija e a transfusão que os rapazes estavam a passar.
Após o choque inicial e estranheza, eles viram que era por um bem maior e que Kaija precisava de ajuda.
Durante a conversa, Letícia desmaia e é carregada até ao quarto de Tom, por Georg, eles pensaram que o que acontecera se deve ao débil estado da saúde da mesma, e pelas emoções causadas nessa noite.
Depois Kaija pede ajuda, precisava de vários aparelhos informáticos e de resgatar a nave, Gustav e Georg prontamente resolveram ajudar e assim começaram a arquitectar o plano.
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Fanfic: Humanoid XII - XIII
(Maiores de 16) Capitulo XII – Nos aposentos reais.
Bill fechou os olhos, não se movendo de novo nem um centímetro.
Ela retirou o vestido e encostou a sua pele a dele.
Ele sentia os seios dela contra as suas costas, as mãos dela percorriam agora o seu peito descendo até a sua cintura, aquelas pequenas covas onde uma estrela e letras componha a pele em marcas negras, deixavam-na ainda com mais vontade de percorrer todo aquele corpo e não demorou muito até que isso acontece-se.
As suas mãos deslizavam, totalmente abertas querendo saborear cada pedacinho de pele.
Subiu até ao seu pescoço e inclinou a cabeça de Bill para trás.
Esta noite serás novamente meu.. – E ambos se deitaram na cama.
Ela estava por cima dele, ele ainda mantinha apenas o tronco a descoberto, mas Kaija começou por beija-lo nos lábios e foi percorrendo o seu corpo até a cintura.
Beijou a estrela, acariciou as letras..e retirou o que faltava da sua roupa.
Colocou-se em cima dele, ficando este dentro de si..Ele levanta-se ligeiramente agarrando-lhe as costas e puxando-a para si por momentos ,mas depois deixou ela comandar toda a situação.
Memorias da outra vida, de novo invadem a sua mente, ele sabia que de alguma forma ele e o rei Tut, tinham uma ligação e nessa noite ele teve certeza disso.
O tecto do quarto ficou de novo formado por estrelas cadentes e as formas da parede ficaram iluminadas..
Os movimentos dos corpos eram cada vez mais fortes e intensos, minutos, horas , só o amor tem “medição” para o tempo em que naquele quarto permaneceram.
Quando acabaram estavam exaustos, mudos, apenas sorriam um para o outro enquanto se abraçavam entre lençóis, e assim adormeceram encostados um no outro.
Capitulo XIII - O ataque
Ficaram adormecidos, nos seus rostos estava estampada a felicidade por terem um ao outro.
Eles amavam-se verdadeiramente.
Após algumas horas, o chão treme e eles acordam.
- Que se passa? – Diz Bill num sobressalto.
- Estamos a ser atacados, vamos temos que ir ver o reino..o meu pai.
Ao olhar pela janela da Torre, Kaija vê duas enormes naves vermelhas e reconheceu de imediato, Redsea voltava a atacar e desta vez trazia um maior exercito consigo.
Ambos vestiram-se e correram para o átrio, onde um exercito de prata defendia o reino de Skyline e Kall estava já ferido por conta de um choque eléctrico que uma nave lançou.
- Pai.. – Corre Kaija para junto do Kall.
- Eu estou bem, sai daqui, eu defendo o reino. – Diz Kall levantando-se e afastando a filha,
- Não pai, eu ajudo-te – Insiste Kaija.
- Kaija tu sabes, não podes, sai daqui antes que seja tarde.
Kaija ignora as ordens do pai e veste o fato Robotico.
Encaixou o medalhão real numa cavidade do punho do fato, e voa em direcção a nave.
Um braço metálico ataca-a e ela é projectada contra uma parede de um dos edifícios de vidro da cidade, partindo estes e ficando caída no chão.
Bill olha-a ao longe, e fica desesperado por pensar que ela se encontra ferida.
Kaija estás bem..KAIJA!! – grita Bill correndo para o edifício.
Kaija estava bem graças ao fato robótico, mas Bill não sabia e corria para junto dela.
Ela levanta-se, arranca parte do fato que esta danificado e voa para junto de uma das naves, conseguindo por uma Bomba que explode em seguida.
Sem ela ver, Bill estava na parte superior do prédio, e leva com múltiplos estilhaços da explosão.
Bill cai no chão ferido o seu braço directo estava com múltiplos cortes, assim como as suas pernas.
Ele perdia demasiado sangue, e as dores que continha era algo insuportável.
Mesmo ferido, tenta levantar-se e vê Kaija ser atacada novamente parte do fato dela é destruído e ela cai junto de si.
Ele arrasta-se com as forças que tem e cai perto dela.
- Kaija..Kaija.. – Diz ele dificilmente
Uma onda de energia é agora lançada pela nave inimiga e Bill numa tentativa absurda de salvar a sua amada, coloca o seu corpo por cima do dela, protegendo assim contra aquele mal.
Uma sensação de ardor, a sua pele estava escaldada, os cortes que tinha ficaram ainda mais exposto, ou ele era tratado de imediato ou não iria sobreviver e Kaija sabia disso.
Ela levantou-se e agarrou o corpo de Bill.
-Eu vou tirar-te daqui, prometo. – Kaija arrasta o corpo de Bill para uma sala que os transporta eles para o porão de lançamento.
Muitas naves já tinham partido para o ataque e apenas uma pequena, com lugar para um passageiro estava no local.
Ela conseguiu pô-lo lá dentro, mas sabia que estava a perder demasiado sangue.
Só havia uma solução e ela sabia o que tinha que fazer.
Programou a nave, para o ultimo destino e preparou a ignição.
- Não, mas me deixes, vem comigo..por favor. – disse o Bill entre gemidos de dor e falta de ar.
- Não te preocupes, vais ficar bem.. – Diz Kaija pondo os cintos de segurança.
- Por favor, não. – Diz Bill num tom de desespero.
Ela beijou-o em sinal de tranquilidade e despedida e ia preparar-se para fechar a nave.
Bill fechou os olhos, não se movendo de novo nem um centímetro.
Ela retirou o vestido e encostou a sua pele a dele.
Ele sentia os seios dela contra as suas costas, as mãos dela percorriam agora o seu peito descendo até a sua cintura, aquelas pequenas covas onde uma estrela e letras componha a pele em marcas negras, deixavam-na ainda com mais vontade de percorrer todo aquele corpo e não demorou muito até que isso acontece-se.
As suas mãos deslizavam, totalmente abertas querendo saborear cada pedacinho de pele.
Subiu até ao seu pescoço e inclinou a cabeça de Bill para trás.
Esta noite serás novamente meu.. – E ambos se deitaram na cama.
Ela estava por cima dele, ele ainda mantinha apenas o tronco a descoberto, mas Kaija começou por beija-lo nos lábios e foi percorrendo o seu corpo até a cintura.
Beijou a estrela, acariciou as letras..e retirou o que faltava da sua roupa.
Colocou-se em cima dele, ficando este dentro de si..Ele levanta-se ligeiramente agarrando-lhe as costas e puxando-a para si por momentos ,mas depois deixou ela comandar toda a situação.
Memorias da outra vida, de novo invadem a sua mente, ele sabia que de alguma forma ele e o rei Tut, tinham uma ligação e nessa noite ele teve certeza disso.
O tecto do quarto ficou de novo formado por estrelas cadentes e as formas da parede ficaram iluminadas..
Os movimentos dos corpos eram cada vez mais fortes e intensos, minutos, horas , só o amor tem “medição” para o tempo em que naquele quarto permaneceram.
Quando acabaram estavam exaustos, mudos, apenas sorriam um para o outro enquanto se abraçavam entre lençóis, e assim adormeceram encostados um no outro.
Capitulo XIII - O ataque
Ficaram adormecidos, nos seus rostos estava estampada a felicidade por terem um ao outro.
Eles amavam-se verdadeiramente.
Após algumas horas, o chão treme e eles acordam.
- Que se passa? – Diz Bill num sobressalto.
- Estamos a ser atacados, vamos temos que ir ver o reino..o meu pai.
Ao olhar pela janela da Torre, Kaija vê duas enormes naves vermelhas e reconheceu de imediato, Redsea voltava a atacar e desta vez trazia um maior exercito consigo.
Ambos vestiram-se e correram para o átrio, onde um exercito de prata defendia o reino de Skyline e Kall estava já ferido por conta de um choque eléctrico que uma nave lançou.
- Pai.. – Corre Kaija para junto do Kall.
- Eu estou bem, sai daqui, eu defendo o reino. – Diz Kall levantando-se e afastando a filha,
- Não pai, eu ajudo-te – Insiste Kaija.
- Kaija tu sabes, não podes, sai daqui antes que seja tarde.
Kaija ignora as ordens do pai e veste o fato Robotico.
Encaixou o medalhão real numa cavidade do punho do fato, e voa em direcção a nave.
Um braço metálico ataca-a e ela é projectada contra uma parede de um dos edifícios de vidro da cidade, partindo estes e ficando caída no chão.
Bill olha-a ao longe, e fica desesperado por pensar que ela se encontra ferida.
Kaija estás bem..KAIJA!! – grita Bill correndo para o edifício.
Kaija estava bem graças ao fato robótico, mas Bill não sabia e corria para junto dela.
Ela levanta-se, arranca parte do fato que esta danificado e voa para junto de uma das naves, conseguindo por uma Bomba que explode em seguida.
Sem ela ver, Bill estava na parte superior do prédio, e leva com múltiplos estilhaços da explosão.
Bill cai no chão ferido o seu braço directo estava com múltiplos cortes, assim como as suas pernas.
Ele perdia demasiado sangue, e as dores que continha era algo insuportável.
Mesmo ferido, tenta levantar-se e vê Kaija ser atacada novamente parte do fato dela é destruído e ela cai junto de si.
Ele arrasta-se com as forças que tem e cai perto dela.
- Kaija..Kaija.. – Diz ele dificilmente
Uma onda de energia é agora lançada pela nave inimiga e Bill numa tentativa absurda de salvar a sua amada, coloca o seu corpo por cima do dela, protegendo assim contra aquele mal.
Uma sensação de ardor, a sua pele estava escaldada, os cortes que tinha ficaram ainda mais exposto, ou ele era tratado de imediato ou não iria sobreviver e Kaija sabia disso.
Ela levantou-se e agarrou o corpo de Bill.
-Eu vou tirar-te daqui, prometo. – Kaija arrasta o corpo de Bill para uma sala que os transporta eles para o porão de lançamento.
Muitas naves já tinham partido para o ataque e apenas uma pequena, com lugar para um passageiro estava no local.
Ela conseguiu pô-lo lá dentro, mas sabia que estava a perder demasiado sangue.
Só havia uma solução e ela sabia o que tinha que fazer.
Programou a nave, para o ultimo destino e preparou a ignição.
- Não, mas me deixes, vem comigo..por favor. – disse o Bill entre gemidos de dor e falta de ar.
- Não te preocupes, vais ficar bem.. – Diz Kaija pondo os cintos de segurança.
- Por favor, não. – Diz Bill num tom de desespero.
Ela beijou-o em sinal de tranquilidade e despedida e ia preparar-se para fechar a nave.
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Fanfic: Humanoid XI
Capitulo XI – Palavras ao Vento
A sete planetas de distância as forças do mal tomam conhecimento do estado critico de Skyline, e que a sua princesa estaria demasiado fraca para uma luta, seria um planeta fácil de conquistar pois a sua riqueza tecnológica era imensa.
Duas semanas passam e Bill aguarda ansioso que Kaija esteja completamente boa, ela foi tratada com os melhores cientista do reino, e não tarda estaria completamente restabelecida.
Quanto ás antigas memorias de Tutankhamon, guardo-as só para si, e esperou o momento ideal para as contar.
A maquina de energia ainda estava a ser reparada, mas felizmente o cristal ficou intacto.
Kall aproxima-se de Bill e pede-lhe que se dirija a quarta torre, que continha a escadaria em forma de espiral.
Bill assim fez sem perguntar o porquê.
Na torre Kaija esperava-o reluzente com um vestido branco, cheio de pedras azuis.
Ela estava de costas, os seus longos cabelos brancos muito lisos esvoaçam ao sabor do vento, que era muito frio nesta altura do ano.
Bill aproximou-se em silêncio, colocando-se junto do corpo de Kaija e inspirado fortemente, quase em sussurro disse:
- Senti a tua falta.. – As mãos dele estavam no ventre dela.O seu peito firmemente encostado nas delicadas costas de Kaija.
Ela baixou a cabeça e disse:
- Também senti a tua – Ela gira ficando de frente para ele, colocando as mãos no seu rosto.
- Bill..Quero que saibas que em tempos amei muito o meu rei Tut, mas o que sinto por ti é algo novo, algo que não sentia a milhares de anos. Aquela noite em que foste meu, parte de mim nasceu de novo..
- Bill sorriu docemente – Eu .. – Aproximou-se e um beijo deu lugar as palavras.
- Eu estava tão preocupado contigo, eu não iria suportar a tua perda, o vazio que tu preencheste em mim, é algo tão grandioso, que não tenho palavras para descrever..Quis descer ao teu intimo, como dois anjos, vi a inocência de sentimentos que transmites para comigo, e apenas sei que quero ficar contigo.
Ela abraçou-o com tanta força, que o corpo magro de Bill ficou com ligeiras marcas na pele.
- Eu tenho uma coisa para te contar.. – Diz Bill, mas Kaija coloca o seu dedo de pele clara em sinal de silêncio nos lábios de Bill e pede-lhe apenas que ele nunca a abandone.
Os dois beijaram-se de novo, num único beijo longo.
Ela deu-lhe a mão e levo-a para uma sala especial.
Bill, aqui era o quarto da realeza, meu e do meu rei Tut – O quarto estava cheio de motivos egípcios, tecidos trazidos da terra, antigas vestes, as paredes cheias de ornamentos explicando a historia de ambos os povos.
Por cima da cama estavam o hieróglifo de Tutankhamon adorando o deus Sol, tal como o seu nome indica e ao lado 3 figuras femininas, possivelmente Kaija e as suas filhas.
Bill queria falar, mas viu no rosto de Kaija que não era o momento ideal.
Ela apenas queria ama-lo de novo, tal como naquela noite junto ao lago.
Ela tocou-lhe suavemente no ombro e foi percorrendo o seu peito e costas, enquanto rodava sobre ele.
Ele não se moveu até ela ficar novamente frente a frente consigo, pegou-lhe na mão e beijou a sua pele suavemente.
Puxou-a ainda mais para junto de si e ela retirou-lhe a blusa.
Deu-lhe um beijo curto e agarrou-se a ele pelas costas.
- Lembra-te.. – Diz Kaija num sussurro.
A sete planetas de distância as forças do mal tomam conhecimento do estado critico de Skyline, e que a sua princesa estaria demasiado fraca para uma luta, seria um planeta fácil de conquistar pois a sua riqueza tecnológica era imensa.
Duas semanas passam e Bill aguarda ansioso que Kaija esteja completamente boa, ela foi tratada com os melhores cientista do reino, e não tarda estaria completamente restabelecida.
Quanto ás antigas memorias de Tutankhamon, guardo-as só para si, e esperou o momento ideal para as contar.
A maquina de energia ainda estava a ser reparada, mas felizmente o cristal ficou intacto.
Kall aproxima-se de Bill e pede-lhe que se dirija a quarta torre, que continha a escadaria em forma de espiral.
Bill assim fez sem perguntar o porquê.
Na torre Kaija esperava-o reluzente com um vestido branco, cheio de pedras azuis.
Ela estava de costas, os seus longos cabelos brancos muito lisos esvoaçam ao sabor do vento, que era muito frio nesta altura do ano.
Bill aproximou-se em silêncio, colocando-se junto do corpo de Kaija e inspirado fortemente, quase em sussurro disse:
- Senti a tua falta.. – As mãos dele estavam no ventre dela.O seu peito firmemente encostado nas delicadas costas de Kaija.
Ela baixou a cabeça e disse:
- Também senti a tua – Ela gira ficando de frente para ele, colocando as mãos no seu rosto.
- Bill..Quero que saibas que em tempos amei muito o meu rei Tut, mas o que sinto por ti é algo novo, algo que não sentia a milhares de anos. Aquela noite em que foste meu, parte de mim nasceu de novo..
- Bill sorriu docemente – Eu .. – Aproximou-se e um beijo deu lugar as palavras.
- Eu estava tão preocupado contigo, eu não iria suportar a tua perda, o vazio que tu preencheste em mim, é algo tão grandioso, que não tenho palavras para descrever..Quis descer ao teu intimo, como dois anjos, vi a inocência de sentimentos que transmites para comigo, e apenas sei que quero ficar contigo.
Ela abraçou-o com tanta força, que o corpo magro de Bill ficou com ligeiras marcas na pele.
- Eu tenho uma coisa para te contar.. – Diz Bill, mas Kaija coloca o seu dedo de pele clara em sinal de silêncio nos lábios de Bill e pede-lhe apenas que ele nunca a abandone.
Os dois beijaram-se de novo, num único beijo longo.
Ela deu-lhe a mão e levo-a para uma sala especial.
Bill, aqui era o quarto da realeza, meu e do meu rei Tut – O quarto estava cheio de motivos egípcios, tecidos trazidos da terra, antigas vestes, as paredes cheias de ornamentos explicando a historia de ambos os povos.
Por cima da cama estavam o hieróglifo de Tutankhamon adorando o deus Sol, tal como o seu nome indica e ao lado 3 figuras femininas, possivelmente Kaija e as suas filhas.
Bill queria falar, mas viu no rosto de Kaija que não era o momento ideal.
Ela apenas queria ama-lo de novo, tal como naquela noite junto ao lago.
Ela tocou-lhe suavemente no ombro e foi percorrendo o seu peito e costas, enquanto rodava sobre ele.
Ele não se moveu até ela ficar novamente frente a frente consigo, pegou-lhe na mão e beijou a sua pele suavemente.
Puxou-a ainda mais para junto de si e ela retirou-lhe a blusa.
Deu-lhe um beijo curto e agarrou-se a ele pelas costas.
- Lembra-te.. – Diz Kaija num sussurro.
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Fanfic: Humanoid IX - X
Capitulo IX – Maquina do Sol
Quando Bill acordou estava sozinho, possivelmente dormiu mais do que esperava, mas sabia que o que vivera era bem real.
Pegou nas suas vestes e caminhou a passos lentos até umas das torres na esperança de ver kaija novamente, mas a sua atenção foi retida por um grandioso estrondo que ouviu nos céus negros de Skyline.
Dois Robot gigantes, com uma altura superior a 10 andares, erguiam uma estrutura circular no céu.
Aquela maquina tinha inscrições antigas e Bill viu que estava danificada.
O rei Kall, lança uma onda de energia enquanto os Robots seguram nas laterais da estrutura, mas algo estava errado.
O cristal é agora colocado por Kaija que voa pelos céus com a ajuda de um fato robótico.
Ao coloca-lo a maquina começa a girar, no seu circulo vários compartimentos começam a atingir uma velocidade estranha e uma onda de energia é libertada acidentalmente contra o corpo de Kaija fazendo esta desmaiar, caindo no chão a uma velocidade estonteante.
Capitulo X – O retrato
Bill corre para perto de Kaija mas Kall chega primeiro.
- Kaija, acorda !! – Diz Kall ao retirar-lhe o capacete, segurando a filha nos braços.
Ela não reagia a nada, os seus olhos estavam abertos, vidrados totalmente brancos.
Bill vê Kall entrar na pirâmide carregando a filha em apenas um braço e no outro um bastão que fez accionar um espaço protegido no interior da pirâmide.
- Espere Kall, como está a Kaija?
- Sai daqui por favor eu preciso de a tratar ela está muito fraca.
Bill não insistiu, pois sabia que pouco ou nada podia fazer para ajudar, não conhecia minimamente as ciências do povo de Skyline, por isso refugiou-se no quarto de Kaija.
Deitou-se na cama, constituída por apenas uma marquesa branca e fechou os olhos tentando sentir um pouco da presença daquela que agora estava enamorado.
Entre aqueles lençóis, desejou que ela estive-se bem, apertando uma almofada contra si, ao mesmo tempo que as lágrimas começam a cair da sua face.
Gira sobre si mesmo e fica deitado de barriga para cima.
O tecto do quarto era um imenso céu estrelado, constelações e estrelas cadentes eram projectadas naquele espaços e palavras de uma musica começaram a ser ditas:
“ Under me
It's you I feel
A million sparks are falling down
I turn the wheel around”
(…)
I scratched so deep
In your empty seat
The sky is turning upside down
I turn the wheel around
Um nome sai dos seus lábios espontaneamente..Sury..e um milhão de estrelas junta-se formando um rosto..Saty..outro retrato é agora formado a sua frente, dois rostos de duas crianças são apresentados perante si e memorias da viva de Tutankhamon são agora relembradas.
Bill vê Kaija a despedir-se de Tutankhamon, com um abraço apertado, ao lado de ambos estavam duas meninas gémeas.
Os olhos das crianças eram azuis claro, tal como os da mãe, e os cabelos muito compridos, lisos, completamente negros, relembrando os do pai.
Elas tinham rostos perfeitos, tal como a mãe e pai as crianças eram de uma beleza rara.
Elas tinham um poder Único, por serem filhas de ambas as raças.
A pedido do pai viajaram para a terra abandonado Kaija.
Ela pediu que a condição das filhas viajarem era um dia regressarem, mas Bill não conseguiu ver se tal coisa aconteceu.
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Fanfic: Humanoid VII - VIII
Quando iniciei este blog começei a postar esta fanfic mas não terminei, apartir de agora podes seguir está historia diferente, Um amor entre dois Mundo.
Fica Atento (a) aos proximos dias^^
Espero que gostem:)
Capitulo VII – Aquela noite
Após a conversa Bill vasculha todos os ficheiros e dados existentes no sistema, afim de conseguir ajudar o povo de Shyline.
- Tu nunca serás como o Tut, desiste.. – Diz Kaija entrando pela sala
- Mas, não pretendo ser como ele, apenas vos ajudar .
Pára de ser sínico – diz Kaija irritada.
-Mas eu não estou a ser, não sou quem pensam é certo, mas não fico indiferente a tudo isto. – Diz Bill explicando
- Tu nunca serás nem metade do grande homem que ele foi.. – E sai.
Bill observa, mas nada diz, apenas continua a sua pesquisa.
Para sua surpresa observa que afinal a união dos povo era bem maior do que ele pensará.
Kaija esteve na terra durante 10 anos humanos, ou seja a sua idade seria de 19 anos, quando voltou para o seu planeta.
Nesse tempo viveu sempre com o mais recente faraó Tutankhamon, o qual acabará mesmo por manter uma relação pouco esperada.
Dessa união nasceram 2 seres idênticos, com qualidades Únicas.
Aos 19 anos, ambos voltaram para Skyline e construíram uma grande nação, mas Tut era fiel as suas origens e quis regressar abandonando assim Kaija, pois queria morrer na sua terra e não fazer sofrer aquela que mais amava.
Bill seria apenas um descendente ou simplesmente alguém fisicamente parecido.
Ele sabia onde estava o tumulo de Tutankhamon na Terra, este era bastante conhecido, pelas suas riquezas e pela forma extraordinária que se mantinha protegido.
Bill entendia agora a distância de Kaija em relação a si, mesmo assim resolveu ir procura-la.
Ela encontrava-se junto de um lago artificial de águas negras, numa zona envolta por edifícios de largas colunas brancas e toldos triangulares.
- Posso – Diz Bill discretamente
- Podes ir embora sim, não te quero ver – Diz Kaija sem olhar.
- Olha, eu não sou o rei .. o Teu rei, mas entendo por aquilo que passaste.
- Tu não entendes nada, como te atreves, tu não fazes ideia sequer do que falas..
- Tu sofres ainda por ele, mas lamento ele não voltará.
- Como sabes disso?
- Porque sei que ele teve o fim que gostaria, morreu na terra que nasceu.
- Ele pode voltar, eu sei que sim..
- Não, ele não voltará – e apesar da raiva e indignação de Kaija, Bill abraça-se a ela.
Ela não resistiu, nem o afastou, mantiveram-se assim alguns minutos.
Por fim ela quebra o silêncio, ainda em seus braços, mantendo o rosto junto do peito de Bill.
- Tens a mesma pele, o mesmo cheiro .. – Ela olhou nos olhos e aproximou-se. - O mesmo sabor. E beijou-o.
Aquele beijo continha a vontade, desejo e amor de milhares de anos.
Ele não disse nada, deixou-se levar por ela como se já estivesse vivido tal sensação.
As vestes cinza dela caíram no chão, revelando um corpo belo.
Bill não se opôs , retirou as suas vestes e deitou-se sobre ela.
Beijos lentos, intensos suculentos eram degustados por ambos.
Na mente dele surgiram imagens da mesma situação, mas anteriormente vivida, ele sabia o que iria acontecer..
(maiores de 16) Capitulo VIII – Corpos.
Os seus corpos conheciam-se.
Cada linha, cada curva era tocada e acariciada..Redescoberta.
Ela não conhecia as marcas gravadas na pele de Bill, mas não lhe causou estranheza, limitou-se a percorrer cada linha negra do seu tronco despido com os lábios até chegar ao seu peito.
Com a língua brincou com um pequeno aro metálico preso no seu corpo e em seguida beijou os seus lábios.
Ele correspondeu ao beijo e pegou no corpo dela sentando-o no seu.
As pernas dela ficavam envoltas na sua cintura, quando ambos os corpos estavam encaixados, começaram com movimentos mais rápidos, acompanhados de pequenos beijos, entre respiração ofegante .
Eles estavam a atingir muito prazer e quando ambos estavam quase ele deitou-a ficando sobre ela, segurando-lhe no rosto.
Na hora em que ambos sentiram a intensidade a aumentar, sabiam que tinha chegado o momento.
Os lábios colaram-se e num gemido mudo, com os corpos entrelaçados, o cristal saiu do corpo de Bill passando para o de Kaija.
Aquilo causava dor e prazer e ela limitou-se a agarrar no corpo de Bill,ele tremia,a sensação era meio sufocante..
Quando os lábios se separam, ele estava sem força e caiu adormecido perante ela.
Ela acariciava os seus cabelos negros e por entre lágrimas de felicidade, sorriu expondo agora o cristal, que se mantinha nos seus lábios.
Fica Atento (a) aos proximos dias^^
Espero que gostem:)
Capitulo VII – Aquela noite
Após a conversa Bill vasculha todos os ficheiros e dados existentes no sistema, afim de conseguir ajudar o povo de Shyline.
- Tu nunca serás como o Tut, desiste.. – Diz Kaija entrando pela sala
- Mas, não pretendo ser como ele, apenas vos ajudar .
Pára de ser sínico – diz Kaija irritada.
-Mas eu não estou a ser, não sou quem pensam é certo, mas não fico indiferente a tudo isto. – Diz Bill explicando
- Tu nunca serás nem metade do grande homem que ele foi.. – E sai.
Bill observa, mas nada diz, apenas continua a sua pesquisa.
Para sua surpresa observa que afinal a união dos povo era bem maior do que ele pensará.
Kaija esteve na terra durante 10 anos humanos, ou seja a sua idade seria de 19 anos, quando voltou para o seu planeta.
Nesse tempo viveu sempre com o mais recente faraó Tutankhamon, o qual acabará mesmo por manter uma relação pouco esperada.
Dessa união nasceram 2 seres idênticos, com qualidades Únicas.
Aos 19 anos, ambos voltaram para Skyline e construíram uma grande nação, mas Tut era fiel as suas origens e quis regressar abandonando assim Kaija, pois queria morrer na sua terra e não fazer sofrer aquela que mais amava.
Bill seria apenas um descendente ou simplesmente alguém fisicamente parecido.
Ele sabia onde estava o tumulo de Tutankhamon na Terra, este era bastante conhecido, pelas suas riquezas e pela forma extraordinária que se mantinha protegido.
Bill entendia agora a distância de Kaija em relação a si, mesmo assim resolveu ir procura-la.
Ela encontrava-se junto de um lago artificial de águas negras, numa zona envolta por edifícios de largas colunas brancas e toldos triangulares.
- Posso – Diz Bill discretamente
- Podes ir embora sim, não te quero ver – Diz Kaija sem olhar.
- Olha, eu não sou o rei .. o Teu rei, mas entendo por aquilo que passaste.
- Tu não entendes nada, como te atreves, tu não fazes ideia sequer do que falas..
- Tu sofres ainda por ele, mas lamento ele não voltará.
- Como sabes disso?
- Porque sei que ele teve o fim que gostaria, morreu na terra que nasceu.
- Ele pode voltar, eu sei que sim..
- Não, ele não voltará – e apesar da raiva e indignação de Kaija, Bill abraça-se a ela.
Ela não resistiu, nem o afastou, mantiveram-se assim alguns minutos.
Por fim ela quebra o silêncio, ainda em seus braços, mantendo o rosto junto do peito de Bill.
- Tens a mesma pele, o mesmo cheiro .. – Ela olhou nos olhos e aproximou-se. - O mesmo sabor. E beijou-o.
Aquele beijo continha a vontade, desejo e amor de milhares de anos.
Ele não disse nada, deixou-se levar por ela como se já estivesse vivido tal sensação.
As vestes cinza dela caíram no chão, revelando um corpo belo.
Bill não se opôs , retirou as suas vestes e deitou-se sobre ela.
Beijos lentos, intensos suculentos eram degustados por ambos.
Na mente dele surgiram imagens da mesma situação, mas anteriormente vivida, ele sabia o que iria acontecer..
(maiores de 16) Capitulo VIII – Corpos.
Os seus corpos conheciam-se.
Cada linha, cada curva era tocada e acariciada..Redescoberta.
Ela não conhecia as marcas gravadas na pele de Bill, mas não lhe causou estranheza, limitou-se a percorrer cada linha negra do seu tronco despido com os lábios até chegar ao seu peito.
Com a língua brincou com um pequeno aro metálico preso no seu corpo e em seguida beijou os seus lábios.
Ele correspondeu ao beijo e pegou no corpo dela sentando-o no seu.
As pernas dela ficavam envoltas na sua cintura, quando ambos os corpos estavam encaixados, começaram com movimentos mais rápidos, acompanhados de pequenos beijos, entre respiração ofegante .
Eles estavam a atingir muito prazer e quando ambos estavam quase ele deitou-a ficando sobre ela, segurando-lhe no rosto.
Na hora em que ambos sentiram a intensidade a aumentar, sabiam que tinha chegado o momento.
Os lábios colaram-se e num gemido mudo, com os corpos entrelaçados, o cristal saiu do corpo de Bill passando para o de Kaija.
Aquilo causava dor e prazer e ela limitou-se a agarrar no corpo de Bill,ele tremia,a sensação era meio sufocante..
Quando os lábios se separam, ele estava sem força e caiu adormecido perante ela.
Ela acariciava os seus cabelos negros e por entre lágrimas de felicidade, sorriu expondo agora o cristal, que se mantinha nos seus lábios.
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
Capitulo V - VI - Fanfic Humanoid

Capitulo V – Sala Branca
Kaija recua para trás arrastado consigo umas vestes cinzas.
- Eu não te salvei.. - Diz num tom quase de raiva.
- Salvaste sim..tu mandas te o parar, não sei há quantas horas estou adormecido mas lembro me disso perfeitamente.
- Não, já disse que não, apenas preciso de ti vivo, nada mais..
- Eu não tenho esse cristal que falavam, devem ter apanhado a pessoa errada.
- Não, não apanhamos, tu tens uma voz única, o teu timbre consegue mudar rapidamente, podes ser doce e selvagem em segundos, o teu corpo cria um cristal que se aloja muitas vezes no inicio da garganta sendo fácil remove-lo, está característica é originada só em humanos mas levamos sempre centenas de anos a encontrar portadores do mesmo.
- E para que o querem??
- Chega de conversa, queres saber muito para quem não tem muitas horas de vida.
- Mas..
Kaija abandona a sala e mais umas horas passam.
A nave na qual se encontravam, parece ter aterrado em algum sitio, ouve-se agitação por parte da tripulação no exterior da sala, e Bill recorda apenas em pensamento o que deixará na terra.
Tom..como uma palavra pequena, um simples nome poderia significar tanto..
Meu irmão, como queria ter-te dito tais palavras, um ultimo adeus apressado por estes seres que exigem de mim, algo que nem imaginava possuir.
Como queria que tivesses aqui, sentir o teu abraço apertado envolto no meu corpo, sentir que não estou sozinho.
Desde sempre estivemos juntos, nunca me abandonaste e sei que fizeste tudo para me proteger, mas em vão.
Eles possivelmente acabaram comigo em algumas horas..um suspiro forte trás Bill de novo aquela sala e a porta abre-se.
Capitulo VI – Skyline
Kaija recua para trás arrastado consigo umas vestes cinzas.
- Eu não te salvei.. - Diz num tom quase de raiva.
- Salvaste sim..tu mandas te o parar, não sei há quantas horas estou adormecido mas lembro me disso perfeitamente.
- Não, já disse que não, apenas preciso de ti vivo, nada mais..
- Eu não tenho esse cristal que falavam, devem ter apanhado a pessoa errada.
- Não, não apanhamos, tu tens uma voz única, o teu timbre consegue mudar rapidamente, podes ser doce e selvagem em segundos, o teu corpo cria um cristal que se aloja muitas vezes no inicio da garganta sendo fácil remove-lo, está característica é originada só em humanos mas levamos sempre centenas de anos a encontrar portadores do mesmo.
- E para que o querem??
- Chega de conversa, queres saber muito para quem não tem muitas horas de vida.
- Mas..
Kaija abandona a sala e mais umas horas passam.
A nave na qual se encontravam, parece ter aterrado em algum sitio, ouve-se agitação por parte da tripulação no exterior da sala, e Bill recorda apenas em pensamento o que deixará na terra.
Tom..como uma palavra pequena, um simples nome poderia significar tanto..
Meu irmão, como queria ter-te dito tais palavras, um ultimo adeus apressado por estes seres que exigem de mim, algo que nem imaginava possuir.
Como queria que tivesses aqui, sentir o teu abraço apertado envolto no meu corpo, sentir que não estou sozinho.
Desde sempre estivemos juntos, nunca me abandonaste e sei que fizeste tudo para me proteger, mas em vão.
Eles possivelmente acabaram comigo em algumas horas..um suspiro forte trás Bill de novo aquela sala e a porta abre-se.
Capitulo VI – Skyline
Um grupo de robots aproximam-se e prendem os braços de Bill atrás das costas e levam-no através da nave até ao porão onde lhe colocam um fato robótico.
Ele é levado para o exterior da nave e da por si, num local cinzento totalmente feito de metal, as estruturas dos edifícios semelhantes a pirâmides translúcidas eram limitadas por luzes azuis semelhantes a neons.
Fios passavam por todo o lado, torres flutuantes expandiam-se num céu negro sem luz.
Parecia que construíam algo grandioso, soberbo..do nada Bill sente o seu corpo ser empurrado e cai através de um tubo que o leva para dentro de uma pirâmide.
Esta não se encontrava a superfície mas sim a muitos kilometros subterrada em água e não terra como seria de esperar.
Bill assim que cai num chão gélido é levado novamente e retiram-lhe o fato e perante um povo de olhar perplexo é levado a presença do rei.
Varias seres Observam, nem uma única palavra se ouvia, nem mesmo palavras ditas secretamente entre si.
O rei, uma criatura robusta, de longos cabelos brancos que caiam pelas largas costas, olhos quase brancos como os da filha, rosto de traços fortes, parecia um deus de tanta impunidade que transparecia.
As vestes eram leves, apenas uma larga saia até aos pés relembrando as vestes de um faraó.
- Depois de tantos anos..o regresso – Diz o Rei Kall
- Não estou a entender- diz Bill para si mesmo.
- O grande rei Tut está de volta. – Levanta-se ao dize-lo o que provoca a agitação e euforia dos presentes.
- Eu não sou quem pensam.. – diz Bill
- Pai, ele não é o Tut, é apenas parecido garanto-te, ele é tão mais inferior, nunca será ninguém perante o meu .. – diz Kaija
- Não digas isso, tu estás a ver o mesmo que eu -Diz Kall interrompendo.
- Eu recuso-me, ele não é..apenas é semelhante nada mais..ele tem o cristal tiramos e prontos.. – Volta a insistir Kaija.
Por entre a confusão, Kaija sai e o rei Kall coloca Bill perto de si, e mostra-lhe parte do reino.
- Estás de volta a casa e há milhares de anos que te esperávamos, pensamos mesmo que não regressarias.
- Não entendo senhor.
Tem calma mostrarei tudo, as lendas, a profecia, tudo o que fizeste pelo nosso povo, muitos anos passaram e vejo que a tua condição física mudou, talvez a tua memória também, mas serei paciente.
Durante largas semanas o rei Kall acompanhou Bill, mostrando tudo, mas Kaija parecia sempre querer confrontar.
As origens do povo de Skyline cruzaram-se com os da terra há milhares de anos.
Durante uma Batalha entre Redsea e Skyline, muitos guerreiros foram destruídos, mas a minha filha kaija entrou numa pequena nave e aterrou na terra, ela era apenas uma criança e foi acolhida por outra de idade semelhante e salva pois os ferimentos que possuía eram graves.
Apesar do povo ser pouco avançado para a época, demonstrava uma sabedoria imensa, o que levou a que nós agradecêssemos quando a resgatamos.
O povo terrestre era do Egipto e o rei chamava-se Tutankhamon.
- Mas Kall, isso foi a milhares de anos e a Kaija ainda é uma jovem, como isso é possível? – pergunta Bill calmamente pois a afinidade entre os dois era notória.
Se a nossa raça for para a Terra, envelhece-mos, mas se nos mantermos no nosso planeta isso não acontece vivemos milhares de anos, porque desenvolvemos muito lentamente.
O cristal que conténs é uma fonte de energia para nós, a ultima maquina construída foi destruída na ultima batalha, contra redsea e agora o nosso mundo está a morrer.
- Lamento saber disso, mas nem sei como ajudar.. – Diz Bill com a cabeça em baixo.
- Em breve saberás – Diz Kall sorrindo de lado, o que deixa Bill espantado.
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domingo, 4 de abril de 2010
Capitulo III e IV - Fanfic Humanoid
Capitulo III – A caixa Quando dá por si, ouvia simplesmente umas vozes ao longe.
- “Temos que acabar com isto”
- “ Arrancamos e prontos”
Mas ..o que é que estão a falar, onde estou ..o que se passa.. – pensa Bill meio atordoado.
Porque não me consigo mexer, porque não sinto o meu corpo..Algo de errado se passa.. – Pensa e inspira bruscamente..
Abre os Olhos..Abre..
- “Vamos remover”
Não ..Não… - E num grito de desespero consegue abrir os olhos, e dá por si dentro de uma caixa transparente, ligado por tubos metálicos e uma serie de robots perante de um ecrã gigante, formado por uma superfície espelhada.
Bill tenta soltar-se mas os seus membros estavam presos.
Observa agora os possuidores das vozes que o atormentavam.
Uma criatura de pele cinza, com um grande crânio, olhos negros e muito alta, exigia algo do seu corpo.
Ele não fazia ideia do que poderiam querer..E as criaturas continuam.
Aquele ser alto, de nome Turum avança rapidamente e comandou que retirassem o cristal.
Bill só pensava que eles teriam apanhado a pessoa errada, mas os tubos que possuía envoltos no seu corpo nem davam espaço para se explicar.
Braços metálicos aproximam-se agora do corpo despido de Bill, mas nem um movimento transparecia, ao contrario do seu olhar, o pânico e horror de novo estavam estampados na sua face.
O corpo coberto por partes metálicos que o prendem, aquele líquido espesso azulado, que faz ter uma espécie de anestesia impossibilitando de mover, aquele caixa transparente seria possivelmente o último local que viria, a sua hora estava prestes a chegar..
Capitulo IV – Cristal
Num acto de desespero Bill tenta soltar-se..
E a mascara que possuía é solta do seu rosto pondo este a descoberto.
Turum estava interessado apenas em remover o cristal , tudo o resto era secundário mesmo tratando-se de uma vida que se iria perder.
O Robot que falava com Turum fixa incrédulo o rosto de Bill.
- Turum Pára!! – grita o robot caminhando em passos largos até Turum.
-O que queres Kaija, eu dou te já o cristal..
- Não …pára!! por favor..
- Mas nós precisamos do cristal, o nosso planeta Skyline não aguentará muito mais tempo.
Um Robot que observava um ecrã informa que o cristal se encontra na traqueia, no fundo da garganta.
- Isso é indiferente, corta-o..
- Não Turum - Keija retira o capacete robótico e tira um pequeno medalhão que fez Turum ajoelhar-se perante ti, e os Robots param o processo de imediato.
- Peço perdão Princesa, mas sabe que sigo ordens do seu pai, nós precisamos do Cristal, ou o nosso planeta não sobrevive.
- Eu sei Turum, sempre foste o general dedicado, mas nós vamos ter o nosso cristal prometo, agora retira-o da caixa e leva-o para a sala branca.
Bill não entende o que se passa é retirado e levado através de braços metálicos, para uma sala pequena,totalmente branca com apenas uma marquesa, onde o deitaram e colocaram uma veste semelhante a uma túnica, de malha metálica.
O efeito da anestesia do corpo passará ao fim de umas horas e Kaija entra na sala.
Ele parecia adormecido e ela aproximou-se..
- Eu não posso acreditar..( e aproxima a sua mão branca quase translúcida do rosto de Bill).
Ela tinha cerca de 1.70, era extremamente bela, olhos azuis quase brancos, um rosto perfeitamente esculpido, o corpo esguio, leve, caminhava como se o seu corpo não teve-se peso relembrando uma bailarina.
Porque me salvaste? – Diz Bill abrindo os olhos lentamente.
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fanfic humanoid
terça-feira, 23 de março de 2010
Fanfic: Humanoid

Capitulo II – Estranho visitante
Bill acorda sobressaltado e olha em redor, não se conseguia mover, algo lhe prendia os movimentos, tentou gritar mas em vão, a sua boca estava tapada com uma substância azul, semelhante a gelatina, mas mais espessa.
O seu olhar demonstrava pânico, medo..do seu quarto onde estava o computador e televisão saiam faíscas por todo o lado e por entre clarões algo metálico se aproximou.
Bill tremia agora e uns grandes olhos azuis, formados por luzes aproximavam-se cada vez mais por entre a escuridão.
Um robot com cerca de um metro e setenta de altura, totalmente metálico, fazendo relembrar um filme de ficção científica, caminha em passos lentos para junto do corpo de Bill.
Ele tenta mover-se ainda mais, e para seu desespero do punho do robot uma superfície desliza pondo a descoberto um afiado espigão.
Os olhos do Bill fixam o robot e este avança rapidamente pretendendo perfurar o seu frágil crânio.
Os gemidos aumentam, Bill de inicio pensará, que coisa mais irreal, que só poderia estar a sonhar, mas não ..era bem real.
O Robot fica pronto para perfurar, quando se ouve um estrondo, e este fica estendido no chão.
Tom tinha entrado no quarto, por conta das faíscas e com a guitarra agride aquela criatura fazendo-a cair, amarra está com um lençol e prende-a na despensa.
- Bill mas que cena é está? – Diz Tom ao solta-lo.
- Não sei, mas pensei mesmo que ia morrer.
- Está cena deve ter fugido de algum laboratório ou assim.
- Não sei, mas não serei nenhuma cobaia, isso de certeza.
Passavam agora duas horas e nenhum dos dois dormia..
O cansaço era notório, mas só de pensarem que aquela coisa estava em casa, os ponha nervosos.
- Vamos ligar a policia e avisar que o robotcop fugiu… - Diz Tom com um ar sarcástico.
- Sim Tom, ele e o coelho da pascoa, depois de uma passagem de ano e muito álcool a policia vai mesmo acreditar..
Entre risos a porta da despensa começa a ranger, aquela criatura queria sair.
- Ai Tom e agora.. – Diz Bill com medo, o que faz Tom colocar-se a sua frente.
- Calma, vou buscar o taco de basebol - E sai.
- Não me deixes sozinho..
O Robot continuava a ir contra a porta e sons de outra língua começam a ser ouvidos..
A palavra Paz é repetida em varias línguas num som electrónico, o que faz Bill aproximar-se em passos lentos..
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fanfic humanoid
domingo, 21 de março de 2010
Nome: Humanoid
Autor: AngeL “ Serenity”
Categoria: Ficção Cientifica/Aventura/Romance

Capitulo I – Ano Novo
Estávamos no ano de 2009, para mais uma passagem de ano, Bill e o irmão gémeo Tom, festejavam no terraço da sua casa, na Alemanha.
O fogo-de-artifício estava prestes a começar, Georg e Gustav vinham a caminho e por pouco perdiam a meia-noite.
- Vem, está quase – Diz Tom a Gustav, para que se apresse a subir as escadas.
- Toma Georg.. – Diz Bill passando um copo de champanhe para o amigo.
- É agora..3,2,1..!! – E todos saltam e abraçam-se uns aos outros.
- Feliz ano Novo, Boa Sorte para o próximo ano – Diz Gustav .
Bill fica em silêncio e pensa para si próprio..Este ano apenas peço…E olha para o céu, uma enorme estrela cadente passa deixando um rasto e por incrível que pareça, parece ter caído próximo numa zona pouco habitada da cidade, onde apenas existem velhas arvores.
- Viste aquilo Tom!! . Diz Bill rapidamente para o irmão.
- Esquece Bill, era só uma estrela. – Diz Tom passando a mão sobre o ombro do irmão.
- Mas.. – Bill sente-se ignorado e tenta esquecer o ocorrido festejando com os amigos.
Já deviam ser umas 4 da manhã, entre risos, Georg e Gustav adormeceram no sofá mais próximo, mas Tom ainda se mantinha acordado.
Estava calmo, sentado na janela, tocando simplesmente uma doce melodia.
- O que se passa Tom? – pergunta Billl aproximando-se.
Tom apenas olha, Bill sabia exactamente o que o irmão pensará.
Ambos, no mesmo timbre de voz começaram a cantar acompanhados do som da guitarra.
“The pain of love won’t break us up
We don’t need your salvation
The pain of love will never stop
We are our own creation
The pain of love is in our hearts”
Após algumas notas, Tom deixa cair uma lágrima, que tenta esconder com a manga do casaco.
Bill olha para o irmão e abraça-se a ele..
- Ela vai ficar bem, acredita em mim, quando voltar desta viagem, com os pais, aposto que tem notícias sobre o seu estado de saúde.
- Tenho tantas saudades da minha Letícia.. – Diz Tom quase num sussurro, tentando controlar o choro.
Anda Tom, vamos nos deitar, amanhã temos a casa toda para limpar depois desta confusão e ainda por cima estes dois vão estar com uma ressaca descomunal.
Tom sorriu de lado ou imaginar os amigos em tão tristes figuras.
Ambos foram para o quarto, até que no meio da noite algo aconteceu..
Autor: AngeL “ Serenity”
Categoria: Ficção Cientifica/Aventura/Romance
Capitulo I – Ano Novo
Estávamos no ano de 2009, para mais uma passagem de ano, Bill e o irmão gémeo Tom, festejavam no terraço da sua casa, na Alemanha.
O fogo-de-artifício estava prestes a começar, Georg e Gustav vinham a caminho e por pouco perdiam a meia-noite.
- Vem, está quase – Diz Tom a Gustav, para que se apresse a subir as escadas.
- Toma Georg.. – Diz Bill passando um copo de champanhe para o amigo.
- É agora..3,2,1..!! – E todos saltam e abraçam-se uns aos outros.
- Feliz ano Novo, Boa Sorte para o próximo ano – Diz Gustav .
Bill fica em silêncio e pensa para si próprio..Este ano apenas peço…E olha para o céu, uma enorme estrela cadente passa deixando um rasto e por incrível que pareça, parece ter caído próximo numa zona pouco habitada da cidade, onde apenas existem velhas arvores.
- Viste aquilo Tom!! . Diz Bill rapidamente para o irmão.
- Esquece Bill, era só uma estrela. – Diz Tom passando a mão sobre o ombro do irmão.
- Mas.. – Bill sente-se ignorado e tenta esquecer o ocorrido festejando com os amigos.
Já deviam ser umas 4 da manhã, entre risos, Georg e Gustav adormeceram no sofá mais próximo, mas Tom ainda se mantinha acordado.
Estava calmo, sentado na janela, tocando simplesmente uma doce melodia.
- O que se passa Tom? – pergunta Billl aproximando-se.
Tom apenas olha, Bill sabia exactamente o que o irmão pensará.
Ambos, no mesmo timbre de voz começaram a cantar acompanhados do som da guitarra.
“The pain of love won’t break us up
We don’t need your salvation
The pain of love will never stop
We are our own creation
The pain of love is in our hearts”
Após algumas notas, Tom deixa cair uma lágrima, que tenta esconder com a manga do casaco.
Bill olha para o irmão e abraça-se a ele..
- Ela vai ficar bem, acredita em mim, quando voltar desta viagem, com os pais, aposto que tem notícias sobre o seu estado de saúde.
- Tenho tantas saudades da minha Letícia.. – Diz Tom quase num sussurro, tentando controlar o choro.
Anda Tom, vamos nos deitar, amanhã temos a casa toda para limpar depois desta confusão e ainda por cima estes dois vão estar com uma ressaca descomunal.
Tom sorriu de lado ou imaginar os amigos em tão tristes figuras.
Ambos foram para o quarto, até que no meio da noite algo aconteceu..
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