• Musica: Phantomrider – Tokio Hotel
Os anos passaram e digamos que canalizei todo o meu sentimento e melancolia para a música.
Durante anos, muitos se apaixonaram, choraram e se reviram nas minhas letras, mas a vontade estava de novo a desaparecer.
Apesar de tentar, não me consegui apaixonar verdadeiramente e a musica apesar de ser o que mais amo na vida, parece que não é suficiente.
Escrevo muito, bastante mesmo, no computador ou em meras simples folhas de papel, tento transmitir o meu sentimento, mas de novo em vão.
Comecei a ver-te em todo o lado, como quem chama por mim, no acto louco ou de puro raciocínio, penso em acabar com tudo e nessa mesma noite, apenas resolvi me despedir-me de uma pessoa.
Tom dormitava na sua grande cama, no nosso apartamento, não o quis acordar pois ele iria parar me.
Tirei o colar de ouro que possuía um medalhão negro e coloquei-o na sua mão.
Peguei no carro, era tarde, a cidade dormia e apenas o motor do carro rangia a medida que eu acelerava.
Parecia que te via em todo o lado, meu belo e doce anjo.
Jamie estaria a minha espera, eu sabia, por isso não tive qualquer receio.
Tom acorda sobressaltado, incrível como a conecção que tínhamos era tão profunda.
O medalhão confirmou o que ele já sabia, por isso saio de casa o quanto antes.
Eu desejei abandonar este mundo, por isso projectei o meu carro contra aquela falésia.
Um mar negro e calmo, tal como aquela noite esperaria por mim.
Aguentei quatro anos sem o meu amor, mas hoje iria de novo reencontra-lo.
O carro é projectado devido a velocidade e um imenso clarão surge na minha mente, juntamente com a imagem daquela que eu mais queria.
Ela sorri docemente, com a habitual ternura.
Aproximei-me e em meus braços lhe roubei um beijo.
É impossível descrever, o meu coração se tivesse batimentos possivelmente quase saltaria do meu peito de tão ofegante que estava.
Ela olhou-me, encostou-se ao meu peito e disse:
- Ainda não é a tua hora, irás voltar e encantar o mundo com o nosso amor, irás ser feliz e lembra-te, não interessa onde estás, eu estarei sempre ao teu lado.
Ainda sentia os seus braços envolverem o meu frágil corpo, quando a voz de Tom me faz regressar ao mundo dos vivos.
Ele resgatou-me daquele mar, mesmo a tempo de me fazer voltar.
Tom, o meu querido e protector e irmão Tom, a minha eterna alma gémea não iria suportar a minha perda.
Ele, juntamente com os meus bons amigos, deram me força e hoje canto e encanto o mundo, sem nomes, mas com simples palavras que descrevem emoções únicas, como aquela que eu conheci um dia, e que estará sempre comigo.
Meu eterno anjo, eu te prometo, por ti, tentarei ser feliz.
Fim
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
One Shot: Phantomrider - Capitulo I – Alma perdida.
• Musica Beyonce - Still In Love (Kissing You)
Eu tinha chegado a casa e o Tom subiu as escadas a correr para o quarto.
- Mãe, já chegamos!!
- Olá Bill, então como correu o concerto?(diz sorrindo e olhando em volta) Onde está o teu irmão?
- O Tom foi a correr até ao quarto, acho que estava a espera de uns e-mails, o concerto foi bom, mas eu estava mesmo nervoso antes de entrar no palco.
- Isso é normal querido – disse a minha mãe, enquanto me passava carinhosamente a mão sobre o rosto.
- Mãe, vou tomar um banho, o jantar ainda demora?
- Não, está quase pronto, vai lá que já vos chamo aos dois - diz sorrindo e dirige-se para a cozinha.
Entretanto o telefone toca, ainda desci mas a minha mãe foi mais rápida a atender.
Ao vê-la voltei para trás e foi para o meu quarto.
Durante o jantar a minha mãe estava pálida, sem forças, brincava com a comida, remexendo o prato a procura das palavras certas para falar comigo.
- Mãe, que se passa? Eu e o Bill já notamos que não estás bem.
A minha mãe nem coragem tinha para nos olhar nos olhos e pediu para termos apenas calma.
O nosso padrasto entra com o mesmo ar triste e pede para irmos com ele a um sítio.
Estávamos todos no carro, e uma angustia apoderava-se do meu peito de uma forma esmagadora.
Eu conhecia o caminho, até bem de mais..
Chegamos a casa da Jamie, um aparato de ambulâncias e polícias invadiam toda aquela área .
Sai do carro com os olhos em lágrimas, e a minha mãe manda-me parar mas eu não obedeço.
Tom é mais rápido e agarra-me.
- Larga-me Tom..Larga-me – Gritei com o meu irmão a medida que me tentava soltar dos seus braços.
A minha mãe chega ao pé de mim e pega-me no rosto, olhando-me profundamente nos olhos.
- Bill, por favor, ouve me, ouve um assalto, a Jamie está na ambulância ,lamento mas ela esta bastante ferida e eu não sei se..
- Deixa-me vê-la mãe por favor.
O meu irmão soltou me e para mim era o sim que eu desejava ouvir.
Corri até a ambulância e um homem impediu-me de subir para o seu interior.
A minha mãe disse que eu podia e assim me abriram as portas.
- Jamie..mor..que te aconteceu
- Os meus pais Bill, os meus pais (dizia com dificuldade e um olhar apavorado).
- Eu não sei amor, mas calma eu estou aqui.
A ambulância começou a sua marcha até ao hospital e pediste me para te dar a mão.
De repende, a hemorragia piora e apenas te olho.
Olhas te para mim, com uma doçura estranha para quem estava a sofrer tanto.
Apertas te a minha mão com as forças que tinhas e em lágrimas silenciosas, partis te para sempre.
A sensação que tive, aquele vazio imenso, não era possível, não connosco, não agora, mas a realidade era que Jaime não sobreviveu.
As horas passaram e quando dei por mim, estava de volta a casa dela.
Os meus pais não repararam quando sai do hospital, e agora eu estava ali, onde tudo aconteceu.
A policia estava a abandonar o local depois de o vedar, consigo entrar pela janela e naquela escuridão procurei o ninho da minha amada.
Olhei em redor, conseguia sentir a sua presença em todo o lado, na cama enquanto dormitavas, via-te sorrir frente ao espelho com a escova cantarolado e sorrindo para mim, e na janela onde me dizia adeus sempre com uma alegria contagiante.
Fechei os olhos, sentia o teu cheiro parecia tão real, como te queria de volta perto de mim.
Tinhas tanto para viver, e parece que a ganância dos outros foi suficiente para te tirar de mim e deste mundo.
Não sei quantas horas ali fiquei, perdido no tempo e em pensamentos, quando acordei com o barulho dos policiais a entrar pela casa, sai novamente pela janela e dirigi-me até ao meu lar.
Quando abri a porta, os meus pais abraçaram me de preocupação, para dizer a verdade nem sei como ali cheguei pois não tinha forças nem vontade para nada, um ser automático tomava conta dos meus sentidos, respondendo e movimentando me, e assim me dirigi ao quarto.
- Bill, eu estava preocupado, onde estavas durante a noite? – Tom estava aflito e corria agora até mim.
- Estive na casa da Jamie, ela Tom, ela.. – As palavras nem forças tinham para abandonar os meus lábios, nem a aceitação de tal facto.
Eu sei o que se passou, mas eu estarei sempre aqui, ao teu lado, juntos vamos ultrapassar isto. (abraça-me em seguida).
Eu tinha chegado a casa e o Tom subiu as escadas a correr para o quarto.
- Mãe, já chegamos!!
- Olá Bill, então como correu o concerto?(diz sorrindo e olhando em volta) Onde está o teu irmão?
- O Tom foi a correr até ao quarto, acho que estava a espera de uns e-mails, o concerto foi bom, mas eu estava mesmo nervoso antes de entrar no palco.
- Isso é normal querido – disse a minha mãe, enquanto me passava carinhosamente a mão sobre o rosto.
- Mãe, vou tomar um banho, o jantar ainda demora?
- Não, está quase pronto, vai lá que já vos chamo aos dois - diz sorrindo e dirige-se para a cozinha.
Entretanto o telefone toca, ainda desci mas a minha mãe foi mais rápida a atender.
Ao vê-la voltei para trás e foi para o meu quarto.
Durante o jantar a minha mãe estava pálida, sem forças, brincava com a comida, remexendo o prato a procura das palavras certas para falar comigo.
- Mãe, que se passa? Eu e o Bill já notamos que não estás bem.
A minha mãe nem coragem tinha para nos olhar nos olhos e pediu para termos apenas calma.
O nosso padrasto entra com o mesmo ar triste e pede para irmos com ele a um sítio.
Estávamos todos no carro, e uma angustia apoderava-se do meu peito de uma forma esmagadora.
Eu conhecia o caminho, até bem de mais..
Chegamos a casa da Jamie, um aparato de ambulâncias e polícias invadiam toda aquela área .
Sai do carro com os olhos em lágrimas, e a minha mãe manda-me parar mas eu não obedeço.
Tom é mais rápido e agarra-me.
- Larga-me Tom..Larga-me – Gritei com o meu irmão a medida que me tentava soltar dos seus braços.
A minha mãe chega ao pé de mim e pega-me no rosto, olhando-me profundamente nos olhos.
- Bill, por favor, ouve me, ouve um assalto, a Jamie está na ambulância ,lamento mas ela esta bastante ferida e eu não sei se..
- Deixa-me vê-la mãe por favor.
O meu irmão soltou me e para mim era o sim que eu desejava ouvir.
Corri até a ambulância e um homem impediu-me de subir para o seu interior.
A minha mãe disse que eu podia e assim me abriram as portas.
- Jamie..mor..que te aconteceu
- Os meus pais Bill, os meus pais (dizia com dificuldade e um olhar apavorado).
- Eu não sei amor, mas calma eu estou aqui.
A ambulância começou a sua marcha até ao hospital e pediste me para te dar a mão.
De repende, a hemorragia piora e apenas te olho.
Olhas te para mim, com uma doçura estranha para quem estava a sofrer tanto.
Apertas te a minha mão com as forças que tinhas e em lágrimas silenciosas, partis te para sempre.
A sensação que tive, aquele vazio imenso, não era possível, não connosco, não agora, mas a realidade era que Jaime não sobreviveu.
As horas passaram e quando dei por mim, estava de volta a casa dela.
Os meus pais não repararam quando sai do hospital, e agora eu estava ali, onde tudo aconteceu.
A policia estava a abandonar o local depois de o vedar, consigo entrar pela janela e naquela escuridão procurei o ninho da minha amada.
Olhei em redor, conseguia sentir a sua presença em todo o lado, na cama enquanto dormitavas, via-te sorrir frente ao espelho com a escova cantarolado e sorrindo para mim, e na janela onde me dizia adeus sempre com uma alegria contagiante.
Fechei os olhos, sentia o teu cheiro parecia tão real, como te queria de volta perto de mim.
Tinhas tanto para viver, e parece que a ganância dos outros foi suficiente para te tirar de mim e deste mundo.
Não sei quantas horas ali fiquei, perdido no tempo e em pensamentos, quando acordei com o barulho dos policiais a entrar pela casa, sai novamente pela janela e dirigi-me até ao meu lar.
Quando abri a porta, os meus pais abraçaram me de preocupação, para dizer a verdade nem sei como ali cheguei pois não tinha forças nem vontade para nada, um ser automático tomava conta dos meus sentidos, respondendo e movimentando me, e assim me dirigi ao quarto.
- Bill, eu estava preocupado, onde estavas durante a noite? – Tom estava aflito e corria agora até mim.
- Estive na casa da Jamie, ela Tom, ela.. – As palavras nem forças tinham para abandonar os meus lábios, nem a aceitação de tal facto.
Eu sei o que se passou, mas eu estarei sempre aqui, ao teu lado, juntos vamos ultrapassar isto. (abraça-me em seguida).
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One Shot phantorider
One Shot - Phantomrider - Introdução
Autor: AngeL
Género: Drama/Romance
Síntese: A dor de perdermos o primeiro amor, torna-se insuportável com os anos, a vontade de desaparecer aumenta a cada dia que passa e o tempo parece meu inimigo.
Baseado em factos verídicos
Banda Sonora:
• Beyonce - Still In Love (Kissing You)
• J´Lostein – Kerli – Bulletproof (cover)
• Phantomrider – Tokio Hotel
• Beyonce - Still In Love (Kissing You)
• J´Lostein – Kerli – Bulletproof (cover)
• Phantomrider – Tokio Hotel
Introdução
• Musica: J´Lostein – Kerli – Bulletproof (cover)
• Musica: J´Lostein – Kerli – Bulletproof (cover)
O que para vocês é uma simples musica, para mim tem outro significado.
Algo profundo, grande, indescritível por palavras.
Tínhamos apenas 16 anos e a inocência própria da idade, sonhávamos com o nosso primeiro amor e vivíamo-lo de forma intensa apesar da pureza característica de um adolescente.
A minha carreira estava a começar, o nosso segredo já durava a dois anos, mas desde que te tivesse a meu lado nada mais importava.
Um dia, quando regressavas a casa com os teus pais, um grupo de assaltantes exigiu que parecem o carro e partiram para a vossa casa, queriam algo que não tinham, com uma violência soberba ameaçaram e trataram te mal, ainda pegaste numa arma, com uma coragem estranha para te defenderes mas infelizmente não chegou.
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